As publicações que analisam a produção científica sobre Ciência Aberta na América Latina: um levantamento bibliográfico*

 

Resumo

As iniciativas e práticas que constituem o Movimento de Ciência Aberta têm contribuído para a transparência e o acesso à informação científica. Na América Latina, são essenciais à estruturação e visibilidade da produção científica oriunda da região. Neste contexto, esta pesquisa analisa as publicações sobre a produção científica latino-a mericana sobre ciência aberta. O levantamento bibliográfico, realizado em nove bases de dados, resultou na identificação de 41 documentos. Estas foram agrupados em três categorias, de acordo com a similaridade das abordagens: a) Aplicações e práticas de ciência aberta (60,97%), b) Escritas teórico-reflexivas sobre ciência aberta (29,26%) e c) Estudos métricos da produção científica sobre ciência abertas (9,75%). Os resultados indicam que o uso do termo “ciência aberta” é recente, com produções datando dos últimos 10 anos e principalmente associadas a divulgação de práticas e desenvolvi mento de recursos no âmbito do movimento. Os estudos métricos sobre o tema ainda são incipientes, com análises que comportam múltiplas possibilidades metodológicas, da variação das fontes de informação, recortes geográficos e/ou cronológicos e sob a variedade de terminologias que compõem o movimento de Ciência Aberta. A amplitude temática do movimento de Ciência Aberta e a cobertura das fontes de dados utilizadas, comumente com escassa representação da produção latino-americana, estão entre as limitações deste tipo de análise.

Palavras-chave:

ciência aberta, América Latina, produção científica, comunicação científica, levantamento bibliográfico, produção científica latino-americana


Abstract

The initiatives and practices that constitute the Open Science Movement have contributed to transparency and access to scientific information. In Latin America, they are essential to the structuring and visibility of scientific production originating in the region. In this context, this research analyzes publications on Latin American scientific production on open science. The bibliographic survey, carried out in nine databases, resulted in the identification of 41 documents. These were grouped into three categories, according to the similarity of approaches: a) Applications and practices of open science (60.97%), b) Theoreticalreflective writings on open science (29.26%) and c) Metric studies of scientific production on open science (9.75%). The results indicate that the use of the term “open science” is recent, with productions dating back to the last 10 years and mainly associated with the dissemination of practices and development of resources within the movement. Metric studies on the topic are still incipient, with analyzes that involve multiple methodological possibilities, the variation of information sources, geographic and/or chronological sections and the variety of terminologies that make up the Open Science movement. The thematic breadth of the Open Science movement and the coverage of the data sources used, commonly with little representation of Latin American production, are among the limitations of this type of analysis.

Keywords:

open science, Latin America, scientific production, scientific communication, bibliographic survey, Latin American scientific production

Resumen

Las iniciativas y prácticas que constituyen el Movimiento de Ciencia Abierta han contribuido a la transparencia y el acceso a la información científica. En América Latina, la esencia es la estructura y visibilidad de la producción científica autóctona de la región. En este contexto, esta investigación analiza publicaciones sobre la producción científica latinoamericana sobre ciencia abierta. El estudio bibliográfico, realizado en nuevas bases de datos, resultó en la identificación de 41 documentos. Estos foros se agrupan en tres categorías, según la similitud de enfoques: aplicaciones y prácticas de la ciencia abierta (60,97 %), escritos teórico-reflexivos sobre ciencia abierta (29,26 %) y c) estudios métricos de la producción científica en ciencia abierta (9,75 %). Los resultados indican que el uso del término ciencia abierta es reciente, con productos que datan de los últimos diez años y asociados principalmente a la difusión de prácticas y desarrollo de recursos en el campo del movimiento. Los estudios métricos sobre el tema son aún incipientes, con análisis que involucran múltiples posibilidades metodológicas, la variación de fuentes de información, secciones geográficas o cronológicas y la variedad de terminologías que conforman el movimiento de ciencia abierta. La amplitud temática de este movimiento y el alcance de las fuentes de datos utilizadas, por lo general con poca representación de la producción latinoamericana, se encuentran entre las limitaciones de este tipo de análisis.

Palabras clave:

ciencia abierta, América Latina, producción científica, comunicación científica, estudio bibliográfico, producción científica latinoamericana


1 Introdução

O Movimento de Ciência Aberta (CA) vem, ao longo das últimas duas décadas, propondo uma mudança de perspectivas, ações e práticas em todo o fazer científico (Anglada e Abadal, 2018). Perpassando por todas as áreas do conhecimento, compreende uma multiplicidade de abordagens e movimentos, como por exemplo o acesso aberto, os dados de pesquisa abertos, a revisão por pares aberta e a ciência cidadã, dentre outros (Abadal, 2021), que tem como principal objetivo promover a abertura, transparência e colaboração na produção, publicação, comunicação e uso do conhecimento científico contribuindo para a eliminação das barreiras econômicas (Albagli et al., 2014; Caballero-Rivero et al. 2019).

Sob esse viés, a ciência transpassa os muros da academia, das instituições de pesquisa e dos periódicos científicos e volta-se também para a comunidade acadêmica, o setor produtivo, as políticas públicas e a sociedade como um todo (Santos e Nassi-Caló, 2020). Desse modo, as abordagens de ciência aberta são pensadas através de uma perspectiva de democratização do uso, acesso e reprodução do conhecimento científico, propondo inclusive a inclusão e participação social na construção científica (Silva e Silveira, 2019; Packer e Santos, 2019).

A ciência aberta pode ser considerada uma via de produzir conhecimento sob a perspectiva de outras lentes geográficas, promovendo o protagonismo de comunidades e questões histórico-sociais que estiveram às margens da produção científica (Unesco, 2022), como é o caso da produção científica oriunda da região da América Latina.

Por ter passado por um processo de organização e institucionalização científica tardio, somado à escassez nos incentivos e financiamentos destinados à ciência na região, os pesquisadores oriundos da América Latina encaram o Movimento de Acesso Aberto que faz parte do guarda-chuva conceitual da CA, como uma oportunidade para desenvolver, disseminar e visibilizar a sua produção de conhecimento científico (Aguado-López e Vargas Arbeláez, 2016; Terra-Figari, 2008; Salatino e Banzato, 2021). Além de ser vista como possibilidade de estabelecer bases sólidas na produção de conhecimento dentro da própria região e como via de projeção para a ciência global, promovendo iniciativas voltadas de Sul para Norte e, principalmente, de Sul para Sul (Costa e Leite, 2017; Sánchez-Tarragó, 2021).

As práticas de ciência aberta assumem aqui caracterís ticas diversas e peculiares, voltadas para o contexto e às necessidades dessa comunidade acadêmica, que se diferem das práticas desempenhadas no restante do mundo (Costa e Leite, 2016; Salatino e Banzato, 2021). Para a região, o Movimento de Acesso Aberto, significa a possibilidade da produção científica local se organizar e estruturar, através de meios alternativos de publicação: as vias de publicação em acesso aberto verde e diaman te (Costa e Leite, 2016; Cabrera e Saraiva, 2021; Packer, 2021). Sendo destaque na criação de repositórios institucionais para arquivamento da sua produção científica, na construção de bases de dados regionais e de portais de periódicos científicos em acesso aberto para estruturar o sistema de editoração eletrônica da região (Babini, 2011; Babini e Machin-Mastromatteo, 2015; Aguado-López et al., 2019; Cabrera e Saraiva, 2021).

Portanto, supõe-se que essa característica de singularidade também apareça nos estudos produzidos na América Latina que abordem a temática. Neste contexto, diferentes estudos sobre a produção científica em Ciência Aberta e seus subtemas, com enfoque regionais, variando na cobertura geográfica, cronológica, temática ou na fonte dos dados, têm sido produzidos. À exemplo, destacase a pesquisa de Babini (2011), que analisou o acesso aberto à produção científica latino-americana e caribenha com enfoque principalmente voltado para as instituições que mais se destacam em produção e visibilidade na web.

Análises sobre a produção científica de uma temática servem para compreender como o conhecimento científico é produzido e disseminado pelos diferentes grupos de atores científicos, bem como as tendências e abordagens que uma temática ou área do conhecimento assume ao longo do tempo em determinados contextos (Vanti, 2002).

No amplo guardachuva do movimento de Ciência Aberta e nas possíveis análises de produção na temática, emerge o questionamento sobre a existência de outros estudos sobre a produção científica latino-americana acerca da ciência aberta. Para responder este questionamento, este artigo tem como objetivo geral analisar as publicações sobre a produção científica latino-americana sobre ciência aberta. Mais especificamente a) caracterizar estes estudos e b) analisar as publicações que adotam análises métricas da produção científica latino-americana sobre ciência aberta.

2 Procedimentos metodológicos

Sob a perspectiva dos objetivos de estudo, a pesquisa tem alcance descritivo, pois coleta e mede informações de modo a caracterizar as principais propriedades e perfis de um determinado grupo e/ou fenômeno específico (Hernández-Sampieri et al., 2013).

Desse modo, a partir dos procedimentos técnicos, definise como sendo de cunho documental e bibliográfico, pois é elaborada com o auxílio tanto de dados que ainda não passaram por tratamento e podem ser reelaborados de acordo com os objetivos da pesquisa, quanto de materiais já publicados, seja em livros, revistas, artigos científicos, internet e etc. (Prodanov e Freitas, 2013). Por fim, mediante a abordagem do problema caracterizase como um estudo qualiquantitativo, devido a possibilidade de interpretar os seus resultados por meio de análises estatísticas (Prodanov e Freitas, 2013) além de realizar um processo de interpretação de informações não passível de quantificação (Hernández-Sampieri et al., 2013).

Foi realizado levantamento bibliográfico em bases de dados com recortes locais/regionais à América Latina e bases de dados que agregassem a produção científica com uma cobertura geográfica global. Portanto, as bases utilizadas foram: Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), Directory Of Open Access Journals (DOAJ), LA referencia, Library, Information Science & Technology Abstracts (LISTA), Portal Brasileiro de Publicações e Dados científicos em Acesso Aberto (Oasisbr), SciELO Citation Index, Scopus, Teses e dissertações CAPES e Web of Science.

Para a construção da expressão de busca, foram identificados os assuntos correspondentes à temática da pesquisa, sendo "Ciência Aberta", "América Latina" e "Produção científica". A partir da identificação dos assuntos, foram listados os termos considerados sinônimos e/ou equivalentes e, para alcançar uma cobertura maior de possíveis resultados, fez-se a tradução dos termos selecionados nos idiomas português, espanhol e em inglês. A estratégia utilizada é apresentada no Quadro 1.

As buscas foram realizadas por meio das ferramentas de busca avançada, nos metadados de palavras chave, título e resumo como campos pesquisados. Não foram adicionados filtros de tipologia documental ou de recorte temporal.

As primeiras buscas ocorreram em agosto de 2023 e no dia 23 de janeiro de 2024 as mesmas foram atualizadas. Os 111 documentos recuperados nas bases foram exportados para um software de análise de dados. Após a organização inicial da planilha, foi realizada a eliminação das 36 duplicatas. Além disso, foram excluídos os documentos que apresentaram as tipologias documentais de Slide e Trabalho de conclusão de curso. Por fim, aplicou-se como critério de inclusão para análise os documentos que atendessem os seguintes aspectos: a) abordassem a temática de ciência aberta com b) a cobertura geográfica direcionada para a América Latina. O quantitativo a ser analisado, ao final deste processo, foi de 41 documentos.

A fim de atender ao objetivo a) da pesquisa, realizouse uma análise das características do corpus. Após leitura dos resumos dos documentos foram identificadas e classificadas três categorias de similaridades na abordagem da temática de Ciência Aberta: Aplicações e práticas de ciência aberta, Escritas teórico-reflexivas sobre ciência aberta e Estudos métricos acerca da produção científica sobre ciência aberta1 Para realização do objetivo b), aborda-se apenas os trabalhos pertencentes à categoria de estudos métricos sobre ciência aberta, onde são analisadas as características de delimitação do estudo da produção científica.

3 Resultados

Dos 41 trabalhos analisados, 25 foram agrupados como pertencentes à categoria Aplicações e práticas de ciência aberta, 12 como Escritas teórico-reflexivas sobre ciência aberta e 4 como Estudos métricos da produção científica sobre ciência aberta.

3.1 Aplicações e práticas de ciência aberta

Neste eixo categórico, os textos dividemse em três sub-blocos temáticos de acordo com a similaridade entre as pesquisas desenvolvidas: cinco (5) textos com enfoque nas Experiências e percepções de pessoas, 11 nas Práticas de ciência aberta em instituições e 9 pesquisas a respeito da Divulgação/análise de ferramentas de ciência aberta.

Quanto às experiências de pessoas, dois (2) estudos de caso foram realizados por meio de entrevistas e três (3) por questionários. Tiveram por intuito estudar as percepções de grupos de pesquisadores quanto ao compartilhamento e reuso de dados de pesquisa (Carvalho e Leite, 2019; Santos, 2021) e de artigos científicos (Veiga, 2017).

Quadro 1

Fluxograma do levantamento

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Além disso, também foram investigadas as experiências de ciência aberta da comunidade científica argentina (Arza et al., 2017) e a perspectiva de bibliotecários de um Instituto Federal brasileiro quanto a sua atuação na promoção de práticas de acesso aberto e ciência aberta nas bibliotecas (Gomes, 2021).

Por sua vez, as práticas realizadas em instituições apresentam relatos de experiência no desenvolvimento de políticas de acesso aberto (Araújo, 2017; Pinto-Santos et al., 2018), políticas de gestão de dados de pesquisa (Sena, 2023; Werle et al., 2021) e implementação de repositórios institucionais de acesso aberto em universidades federais (Murillo-Gonzalez et al., 2019; Santos e Gomes, 2019). Além da execução de políticas editoriais em periódicos científicos de acesso aberto em universidade (Domínguez e Marti-Lahera, 2023) e instituto de pesquisa (Martins et al., 2019). Quanto aos institutos de pesquisa, também observouse análise de ações e infraestruturas de acesso aberto e ciência aberta (Campos et al., 2023) proposta de diretrizes e recomendações para a implementação efetiva de práticas de ciência aberta (Maranhão, 2022) e estudo sobre o impacto da prática de article processing charges (APC) (Silva et al., 2022).

Por fim, com relação à divulgação e uso de ferramentas de ciência aberta, encontrou-se estudos de análise da produção científica indexada em bases de dados regionais de acesso aberto (Araújo et al., 2019; Beigel et al., 2023) e da utilização de sistemas de gerenciamento de periódicos científicos de acesso aberto (Lira et al., 2019). Para mais, trabalhos que analisam periódicos científicos de acesso aberto indexados em bases de dados regionais (Reis et al., 2015; Stueber, 2022; Stueber et al., 2022) e que pesquisaram a utilização de ferramentas (Mugnaini et al., 2019; Zárate et al., 2019) e instrumentos de análise (Arza e Fressoli, 2020) para aprimoramento de práticas de ciência aberta.

3.2 Escritas teórico-reflexivas sobre ciência aberta

Dos trabalhos agrupados nesta categoria, um (1) deles trata-se de uma artigo de revisão teórica, dois (2) são editoriais de revista e oito (9) trabalhos caracterizamse como artigos em formato de ensaios pertencentes a dossiês temáticos de revistas.

Com relação aos assuntos discutidos nesta categoria, observouse trabalhos com abordagens conceituais e reflexões teóricas sobre os princípios da ciência aberta em relação à comunicação científica (Beigel, 2022; Fernández-Leost, 2022; Oliveira et al., 2021; Pinheiro, 2014); textos informando o apoio e a adoção de iniciativas de ciência aberta, como o acesso aberto (Abreu, 2022) e o compartilhamento de dados de pesquisa (Varela-Briceño, 2023), por periódicos científicos, além de publicações sobre sistemas de métricas e indicadores alternativos para a avaliação da ciência (Babini, 2019; Fernández-Leost, 2022; Heredia, 2022; Rúa-Ortiz et al., 2022; Vélez-Cuartas et al. 2019).

Também ocorrem enfoques nas particularidades da produção e comunicação científica latino-americana e na contribuição das iniciativas de acesso aberto para a sua estruturação (Oliveira et al., 2022): seu financiamento por fundos públicos, o gerenciamento editorial feito pelas universidades e, majoritariamente, por meio de periódicos de acesso aberto, assim como destaques feitos à criação de bases de dados regionais e de acesso aberto como a SciELO, Redalyc e Latindex (Babini, 2019; Beigel, 2022; Fernández-Leost, 2022; Heredia,2022).

Assomamse aspectos políticos da ciência aberta como a promoção de justiça social, de valorização do caráter público da ciência e da visibilização de conhecimentos advindos do sul-global (Beigel, 2022; Oliveira et al., 2021; Sánchez-Tarragó, 2021), bem como a defesa da propriedade intelectual e do reuso ético do conhecimento dentro das iniciativas de ciência aberta (Randall e Díaz, 2023).

3.3 Estudos métricos acerca da produção científica sobre ciência aberta

Nesta categoria, os estudos abordam análises da produção científica sobre o tema (Uribe-Tirado e Ochoa Gutiérrez, 2018; De Filippo e D'Onofrio, 2019), alguns deles a partir das publicações sobre os movimentos de Acesso Aberto (Caballero-Rivero et al., 2019), Dados abertos (Caballero-Rivero et al., 2019), na América Latina (De Filippo e D'Onofrio, 2019), ou em países da região, como o Brasil (Caballero-Rivero et al., 2019), Colômbia (Uribe-Tirado e Ochoa Gutiérrez, 2018) e Uruguai (Aguirre-Ligüera et al., 2022).

Caballero-Rivero et al. (2019) desenvolveram um estudo com o recorte geográfico focando na comunidade científica brasileira, entre os anos de 2015 a 2018. Para tal, os autores decidiram concentrar a pesquisa nas práticas de Acesso Aberto e Dados Abertos. Com relação às práticas de Dados abertos, no referido corpus, foi percebido um aumento gradual no quantitativo por ano e destacaramse as áreas de Ciência & Tecnologia, Parasitologia e Genética & Hereditariedade. Quanto às instituições brasileiras, 126 delas foram identificadas implementando práticas de Dados Abertos, com realce para a Universidade de São Paulo. Por sua vez, quanto aos artigos publicados em Acesso Aberto, percebeuse um aumento da indexação de produções latino-americanas e caribenhas na Web of Science, sendo lideradas pela comunidade científica brasileira com 69,7% da produção da região. Já com relação às áreas de conhecimento, salientou-se as pesquisas em Ciência & Tecnologia e Agricultura (Caballero-Rivero et al., 2019).

Para pesquisar a ciência aberta no cenário uruguaio, Aguirre-Ligüera et al. (2022), pautam o seu aspecto de acesso ao conhecimento científico analisando a evolução da produção em acesso aberto em um período de 40 anos (1980-2019), através da base Web of Science. Demonstrouse que 28% da produção nacional analisada está publicada em acesso aberto, sendo 14% em revistas que cobram APC’s. A proporção de artigos em acesso aberto foi maior em pesquisas desenvolvidas em colaboração com autorias internacionais e as maiores médias de citação são para publicações em via verde, ou seja, arquivadas em repositórios institucionais. Por fim, as áreas que, proporcionalmente, reuniram mais artigos em acesso aberto foram as ciências multidisciplinares, com 89%, e ciências biológicas e ciências humanas, com 33%.

Uribe-Tirado e Ochoa Gutiérrez (2018), a fim de propor recomendações para desenvolvimento de uma política nacional de ciência aberta na Colômbia, investigaram as teorias, conceitos, tendências e aplicações sobre a temática em âmbito global. Para compreender as tendências, em uma das seções do texto, analisam o estado da publicação científica sobre ciência aberta. Do quantitativo analisado, 93,57% das pesquisas foram redigidas em inglês e as bases que concentraram maior número de publicações indexadas foram Web of Science e Scopus. Os autores ainda observaram um crescimento contínuo no quantitativo de publicações sobre a temática ao longo dos anos. Por fim, quanto às áreas do conhecimento, identificaram que na Scopus os destaques foram para Ciência da Computação (30,5%), Ciências Sociais (23,9%) e Ciência da Saúde (11,5%); já na Web of Science foram para Ciência da Computação (18%), Ciência da Informação (13%) e Psicologia (9%).

Para analisar a ciência aberta na América Latina, De Filippo e D'Onofrio (2019), desenvolveram uma análise que englobou as políticas públicas e a publicação sobre a temática na região. Com relação à publicação, os resultados da pesquisa demonstraram que os últimos cinco anos do corpus analisado (2014-2018) concentraram mais de dois terços da produção sobre a temática. Além disso, os países latino-americanos com maior quantitativo de documentos foram Brasil (43,17%), México (16,04%) e Colômbia (9,82%). No entanto, ao analisar o Índice de Atividade dos países (que compara a proporção de documentos publicados sobre ciência aberta por cada país em relação à proporção de publicação científica total gerada pelos mesmos), encontrou Equador, Bolívia e Guatemala com os maiores índices. Ao observar as áreas do conhecimento de destaque, constatouse a liderança das áreas de Ciência da Computação e Ciência da Informação na publicação sobre a temática. Já com relação à análise das palavras-chave utilizadas, pôdese identificar que as sub-temáticas mais abordadas foram: acesso aberto, dados abertos, inovação aberta e pesquisa participativa. Por fim, os autores constataram que, dos 1334 documentos analisados, apenas 23,9% foram publicados em periódicos científicos de acesso aberto.

O Quadro 2 apresenta a síntese das abordagens metodológicas dos estudos métricos da produção sobre ciência aberta na América Latina.

Ao observar as decisões metodológicas adotadas pelos autores, é possível compreender a abrangência e os recortes escolhidos para alcance dos objetivos particulares das pesquisas. As pesquisas que visam estudar a ciência aberta em âmbito nacional, Caballero-Rivero et al. (2019) e Aguirre-Ligüera et al. (2022), optaram por estudála a partir do recorte dos artigos publicados pela via de acesso aberta e, por isso, gerou um quantitativo abrangente de documentos a ser analisados. De Filippo e D'Onofrio (2019) e Uribe-Tirado e Ochoa

Quadro 2

Análise metodológica das publicações

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[i]Fonte: dados da pesquisa (2024).

Gutiérrez (2018), por sua vez, optaram por pesquisar a produção por meio das publicações que abordam a temática propriamente dita, tanto as que utilizam do termo geral “ciência aberta”, quanto as que abordam as demais iniciativas que compõem esse guarda-chuva conceitual. Com isso, recuperaram um quantitativo menor de termos, porém com resultados específicos para o tema.

4 Discussões

A partir dos resultados obtidos com a realização do levantamento bibliográfico, foi possível categorizar e analisar três diferentes vieses adotadas nas publicações que abordam a produção latino-americana sobre ciência aberta têm assumido:

  • Aplicações e práticas de ciência aberta, que foi a categoria com maior quantitativo de artigos, 60,97% do corpus analisado. Essa categoria apresentou uma diversidade de perspectivas, relatos e análises sobre as maneiras como a América Latina tem se utilizado das aplicações de ciência aberta para estrutura do sistema de informação científica regional, a partir da adesão a práticas de reuso e gestão de dados abertos de pesquisa (Carvalho e Leite, 2019; Santos, 2021; Sena, 2023; Werle et al., 2021), implementação de políticas de acesso aberto (Araújo, 2017; Pinto-Santos et al., 2018) e desenvolvimento e análise de repositórios institucionais e periódicos científicos de acesso aberto (Murillo-Gonzalez et al., 2019; Santos e Gomes, 2019; Domínguez e Marti-Lahera, 2023; Martins et al., 2019; Lira et al., 2019), principalmente em instituições públicas. Na América Latina, a participação das IES públicas na estruturação e implementação de práticas no âmbito do movimento de acesso aberto já é vastamente reconhecida e documentada (Aguado-López e Vargas Arbeláez, 2016; Santin, 2019).

  • Escritas teórico-reflexivas sobre ciência aberta, que apresentam, além de resgates históricos e conceituais sobre a ciência aberta e seus demais movimentos, o apoio e adoção de práticas de ciência aberta nas revistas e ensaios críticos sobre aspectos políticos da promoção de ciência aberta na região.

As pesquisas analisadas na categoria de Estudos métricos acerca da produção científica sobre ciência aberta assumiram dois caminhos de abordagem. Um deles teve o enfoque voltado para a produção científica que adota os modelos de acesso aberto e dados abertos (Caballero-Rivero et al., 2019; Aguirre-Ligüera et al., 2022), a fim de compreender como a comunidade científica de um recorte geográfico como um todo se utiliza das aplicações práticas da ciência aberta. Já o outro caminho adotado é o de analisar especificamente os trabalhos que se debruçam sobre a temática de ciência aberta e demais movimentos que a compõem, compreendendo as tendências e perspectivas que a produção assume na região (De Filippo e D'Onofrio; 2019; Uribe-Tirado e Ochoa Gutiérrez, 2018). Em ambos os casos elementos como número de citações, áreas do conhecimento, idiomas adotados e palavras-chave mais usadas foram meios quantitativos de compreender a produção.

Outro aspecto a ser pontuado é que, mesmo não tendo sido adotado recorte temporal no processo de coleta dos dados, as publicações do corpus analisado estão concentradas nos últimos 10 anos (2014-2023). Este elemento pode sinalizar que a tendência de utilização do termo guarda-chuva “ciência aberta” ainda é recente na comunidade latino-americana, mesmo a região tendo aderido ao Movimento de Acesso Aberto, movimento pioneiro da ciência aberta, desde o início do século (Salatino e Banzato, 2021).

Uma alternativa para abarcar, além das pesquisas que utilizam do termo geral do movimento, também aquelas que estudam movimentos particulares que fazem parte deste guarda-chuva conceitual seria elaborar uma estratégia de busca similar a desenvolvida por De Filippo e D'Onofrio (2019) na pesquisa aqui analisada. Comos resultados obtidos a partir dessa construção abrangente os autores conseguiram, inclusive, analisar quais desses sub-movimentos foram mais abordados pela comunidade latino-americana.

O baixo quantitativo encontrado não necessariamente significa que a região produz pouco sobre a temática, mas pode ser outro fator a demonstrar que o termo guarda-chuva ainda está em processo de incorporação pela comunidade e, por isso, a produção sobre o movimento de CA pode estar pulverizada entre as palavras-chave dos movimentos que a compõem. Para o desenvolvimento futuro da temática na região, implicase numa maior conscientização dos pesquisadores sobre a importância de incorporar um termo padronizado que englobe todas as iniciativas de ciência aberta em uma palavra-chave padronizada, além da utilização das palavras-chave específicas dos demais sub-movimentos.

5 Considerações finais

Ao investigar as publicações que abordam a produção científica sobre Ciência Aberta constatouse a dificuldade em conseguir identificála e abrangê-la sob uma terminologia única pela própria característica de desenvolvimento do movimento e de sua concepção como um guardachuva para movimentos e práticas diversos, com adesão e produção próprias.

O quantitativo relativamente baixo de documentos recuperados durante a coleta dos dados, somado com a concentração de documentos publicados nos últimos 10 anos, são indicativos de um processo recente e incipiente de apropriação do termo guardachuva “ciência aberta” pela comunidade latino-americana para designar as pesquisas que abordem os demais movimentos abarcados pelo termo. Pesquisas que utilizam apenas termos mais específicos de iniciativas ou movimentos de ciência aberta, como por exemplo “avaliação aberta pelos pares”, “repositórios digitais” ou até mesmo “acesso aberto” ficaram de fora da análise. Desse modo, considera-se como uma limitação da pesquisa a escolha por utilizar apenas o termo central do movimento.

Outro ponto a ser destacado como provável limitação da pesquisa são as bases de dados escolhidas. A baixa representação da publicação advinda da região latino-americana nas bases de dados internacionais pode ser um fator limitante de resultados. Já nas bases regionais, das cinco bases de dados utilizadas, três delas contemplam em sua cobertura apenas a produção científica brasileira. Esta escolha pode ter limitado os resultados oriundos de demais países latino-americanos.

A cobertura dos dados e o número de documentos analisados podem ser considerados fatores de generalização dos resultados para toda a região latino-americana.

Além disso, existem as limitações de uma temática transversal a todos os campos do conhecimento, inerente aos estudos no âmbito da comunicação científica e, sujeita a desdobramentos e desenvolvimentos regionais, como o caso do Acesso Aberto na América Latina.

A emergência do tema e sua relação com as carreiras dos pesquisadores são expressas nos textos classificados como reflexivos cujo conteúdo, por vezes opinativos, refletem a transversalidade do tema e a ânsia dos atores do sistema de informação científica em compreendêlo e debatelo. A influência local e/ou regional fica evidente na identificação de publicações agrupadas como relatos de práticas que buscam não somente representar e adequarse às necessidades dos contextos regionais como propor soluções e alternativas adequadas à realidade latino-americana.

Constatouse, na categorias de Estudos métricos da produção científica sobre ciência aberta, que as abordagens de pesquisa ainda são incipientes e que, as análises da produção científica sobre o tema, comporta múltiplas possibilidades metodológicas, podendo ser desenvolvida a partir de diferentes escolhas de variáveis de análise, fontes de dados e recortes geográficos, cronológicos e/ou de tipologias documentais. Assim, os estudos realizados até o momento cobrem ou as produções indexadas sob o termo Ciência Aberta em uma ampla gama de fontes, ou as publicações indexadas sob a variedade de terminologias que compõem o movimento de Ciência Aberta em uma fonte limitada, com escassa representação da produção latino-americana.

Para estudos futuros, esperase dar continuidade ao enfoque temático da produção científica sobre ciência aberta na América Latina, no entanto, desenvolvendo um estudo métrico a partir das lacunas identificadas neste estudo.

Agradecimentos

O presente trabalho foi realizado com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Brasil (CAPES) Código de Financiamento 001.

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Terra-Figari, Lucía (2008). Diseminación del conocimiento académico en América Latina. In Gorski, Sonnia (Org.), Antropología social y cultural en Uruguay 2007. (193-206). Uruguay: Unesco. https://www.yumpu.com/es/document/read/14428054/antropologia-social-ycultural-en-uruguay-2007-unesco

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Unesco (2022). Recomendações da UNESCO sobre a Ciência Aberta. Paris: Unesco. https://unesdoc.unesco.org/ ark:/48223/pf0000379949_por

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Uribe-Tirado, Alejandro; Ochoa, Jaider (2018). Perspectives de la ciència oberta: un estat de la qüestió per a una política nacional a Colòmbia. BiD: Textos Universitaris de Biblioteconomia i Documentació, 40. https://dx.doi.org/10.1344/BiD2018.40.4

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Vanti, Nadia (2002). Da bibliometria à webometria: uma exploração conceitual dos mecanismos utilizados para mediroregistrodainformaçãoeadifusãodoconhecimento. Ci. Inf., 31(2), 152-162. https://www.scielo.br/j/ci/a/ SLKfBsNL3XHPPqNn3jmqF3q/?lang=pt&format=pdf

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Varela-Briceño, Melissa (2023). La publicación de los conjuntos de datos por medio de las revistas científicas: el caso de Pensar en Movimiento. Pensar en Movimiento, 21(1), 1-6. https://doi.org/10.15517/pensarmov.v21i1.53446

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Veiga, Viviane (2017). Percepção dos pesquisadores portugueses e brasileiros da área de Neurociências quanto ao compartilhamento de artigos científicos e dados de pesquisa no acesso aberto verde: custos, benefícios e fatores contextuais [tese de doutorado]. Fundação Oswaldo Cruz, Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde, Rio de Janeiro.

Viviane Veiga 2017Percepção dos pesquisadores portugueses e brasileiros da área de Neurociências quanto ao compartilhamento de artigos científicos e dados de pesquisa no acesso aberto verde: custos, benefícios e fatores contextuaisdoutoradoFundação Oswaldo Cruz, Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em SaúdeRio de Janeiro

Vélez-Cuartas, Gabriel; Uribe-Tirado, Alejandro; Restrepo-Quintero, Diego; Ochoa-Gutierrez, Jaider; Pallares, César; Gómez-Molina; Suárez-Tamayo, Marcela; Calle, Julián (2019). Hacia un modelo de medición de la ciencia desde el Sur Global: métricas responsables. Palabra Clave, 8(2), 11-12. https://doi.org/10.24215/18539912e068

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Werle, Tatiana; Vital, Iana; Moure, Rodrgigo; Meireles, Vânia; Guidi, Debora; Paula, Danielle; Henning, Patricia; Veiga, Viviane (2021). Gestão de Dados de Pesquisa: um desafio para os Programas de Pós-Graduação em Enfermagem. Pubsaúde, 6, a156. https://dx.doi.org/10.31533/pubsaude6.a156

Tatiana Werle Iana Vital Rodrgigo Moure Vânia Meireles Debora Guidi Danielle Paula Patricia Henning Viviane Veiga 2021Gestão de Dados de Pesquisa: um desafio para os Programas de Pós-Graduação em EnfermagemPubsaúde6a15610.31533/pubsaude6.a156

Zárate, Marcos; Buckle, Carlos; Mazzanti, Renato; Samec, Gustavo (2019). Improving open science using linked open data: CONICET Digital Use Case. Journal of Computer Science and Technology, 19(1), 45-54. https://doi.org/10.24215/16666038.19.e05

Marcos Zárate Carlos Buckle Renato Mazzanti Gustavo Samec 2019Improving open science using linked open data: CONICET Digital Use CaseJournal of Computer Science and Technology1914554.10.24215/16666038.19.e05

[2]Este artigo é resultado parcial de dissertação em andamento no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina PGCIN/UFSC.

[3]Trata-se da avaliação quantitativa da ciência produzida em de terminada área do conhecimento a fim de mensurar indicadores de produção e disseminação do conhecimento produzido (Oli veira; Araújo, 2020).