Do grupo ao laço: o mal-estar na juventude e suas modulações

Palabras clave: Juventude, mal-estar, coletivo, clínica.

Resumen

ResumoO artigo aborda o processo de recepção e ingresso de jovens em sofrimento psíquico em um serviço de atenção em saúde mental para estudantes universitários. Articulando clínica e pesquisa, investigamos a função do coletivo na contemporaneidade. Apresentamos uma estratégia de acolhimento que visa à produção de um trabalho subjetivo preliminar como forma de resposta e enfrentamento da emergência diante daquilo que não se coletiviza. A partir de vinhetas clínicas, mostramos, de modo esquemático e não exaustivo, o trabalho de localização subjetiva realizado na recepção do serviço. Palavras-chave: juventude; mal-estar; coletivo; clínica.   ResumenEl artículo aborda el proceso de recepción e ingreso de jóvenes en sufrimiento psíquico en un servicio de atención en salud mental para estudiantes universitarios. Articulando clínica e investigación, investigamos la función del colectivo en la contemporaneidad. Presentamos una estrategia de acogimiento que pretende la producción de un trabajo subjetivo preliminar como forma de respuesta y afrontamiento de la emergencia ante aquello que no se colectiviza. A partir de viñetas clínicas, mostramos, de modo esquemático y no exhaustivo, el trabajo de localización subjetiva realizado en la recepción del servicio. Palabras clave: juventud, malestar, colectivo, clínica.  AbstractThis paper tackles the reception and admission process of young people with psychic suffering in a mental health care service for university students. By articulating clinic and research, we study the role of the collective in contemporaneity. We present a shelter strategy that aims at the production of a preliminary subjective work as a form of response and confrontation of the emergency faced with what cannot be collectivized. From some case reports, we present, in a schematic and not exhaustive way, the work of subjective location carried out at the service admission. Keywords: youth, discontent, collective, clinic.  RésuméCet article aborde le processus d'accueil et d'entrée de jeunes en détresse psychique dans un service de santé mentale pour des étudiants universitaires. Nous étudions le rôle de la collectivité dans la contemporanéité, en articulant clinique et recherche. Nous présentons une stratégie d'accueil visant la production d'un travail subjectif préliminaire, en tant que moyen de réponse et d'affrontement de ce qui n'est pas collectivisé. À partir de vignettes cliniques nous exposons, de manière schématique et non exhaustive, le travail de localisation subjective effectué à l'accueil du service. Mots-clés: jeunesse, malaise, collectivité, clinique.

Biografía del autor/a

Andrea Vilanova, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (puc-rj). Supervisora Clínica do Ambulatório Geral e Coordenadora Clínica do Programa de Atenção em Saúde Mental para Estudantes do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ufrj).
Deborah Tenenbaum, Universidad Federal dE Rio de Janeiro
Mestre em Psicanálise e Campo social pela Universidade Paris 7 (Sorbonne Paris Cité). Pesquisadora do Programa de Atenção em Saúde Mental para Estudantes do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ufrj).
Nuria Malajovich Muñoz, Universidad Federal dE Rio de Janeiro
Doutora em Teoria Psicanalítica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (ufrj). Professora Adjunta e Coordenadora do Programa de Atenção em Saúde Mental para Estudantes do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ufrj).

Citas

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Publicado
2018-01-16
Sección
Artículos de Investigación