El “primer obispo de este estado”. Gregório dos Anjos y la jurisdicción episcopal en la Amazonía, 1679-1689

  • Pollyanna Gouveia Mendonça Muniz Universidad Federal de Maranhão
Palabras clave: episcopado, Amazonas, jurisdicción ordinaria, indígenas

Resumen

Gregório dos Anjos firmó los documentos del obispado de Maranhão como “el primer obispo de este Estado”. El énfasis que puso en su papel pionero en el gobierno diocesano de la gran región no fue accidental. El territorio bajo su jurisdicción era el Amazonas portugués y su presencia coincidió con un momento importante en la vida de este: la ley de libertad para los indios en 1680. Así, el obispo llegó a tener un papel central en la división del trabajo indígena. El objeto central de este artículo es la introducción de la jurisdicción episcopal en este espacio de conquista. Analizaremos el gobierno diocesano, la dinámica emprendida, así como las relaciones del obispo con los jesuitas y los oficiales del rey.

|Resumen
= 334 veces | PDF (PORTUGUÊS (BRASIL))
= 289 veces| HTML (PORTUGUÊS (BRASIL))
= 5 veces|

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Biografía del autor/a

Pollyanna Gouveia Mendonça Muniz, Universidad Federal de Maranhão
Doctora en Historia por Universidade Federal Fluminense. Profesor asociado de la Universidad Federal de Maranhão

Citas

FONTES MANUSCRITAS

Arquivo Apostólico Vaticano, Cidade do Vaticano (AAV) Archivio Concistoriale

Arquivo Histórico do Patriarcado de Lisboa, Lisboa (AHPL) Registro da Câmara Patriarcal

Arquivo Histórico Ultramarino, Lisboa (AHU) Capitania do Maranhão

Capitania do Pará

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Lisboa (ANTT) Mesa da Consciência e Ordens

Arquivo Público do Estado do Maranhão, São Luís (APEM) Acervo Eclesiástico

Livro de Provisões

Biblioteca Pública de Évora, Évora (BPE)

Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Rio de Janeiro (IHGB)

Évora

IMPRESAS

Anais da Biblioteca Nacional. Livro Grosso do Maranhão. Vol. 66. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1948.

Azevedo, João Lúcio de. Ed. Cartas do Padre António Vieira. Tomo 1. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1925.

Azevedo, João Lúcio de. Ed. Cartas do Padre António Vieira. Tomo 3. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1928.

Compendium indicum, in quo continentur facultates et aliae gratie a Seda Apostolica Societatis Iesu in partibus indianarum concessae. Roma: Collegium Societatis Iesu, 1580.

Hoornaert, Eduardo e Riolando Azzi. Orgs. História da Igreja no Brasil: primeira época. Petrópolis: Vozes, 1992.

Machado, Diogo Barbosa. Bibliotheca Lusitana, histórica, critica, e chronologica, na qual se comprehende a noticia dos autores portuguezes, nas obras, que compozeraõ desde o tempo da promulgaçaõ da Ley de Graça até o tempo presente. Tomo IV. Lisboa: Oficcina Patriarcal de Francisco Luiz Ameno, 1759.

Moraes, José de. “História da Companhia de Jesus na extincta provincia do Maranhão e Pará”. Memorias para a historia do extincto estado do Maranhão cujo territorio comprehende hoje as províncias do Maranhão, Piauhy, Grão-Pará e Amazonas. Tomo I. Rio de Janeiro: Typographia do Commércio de Brito & Braga, 1860.

Vide, Sebastião Monteiro da. Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia. Eds. Bruno Feitler e Evergton Sales Souza. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2010.

REVISTAS

Revista do Instituto Histórico e Geographico Brazileiro (Rio de Janeiro) 1891, 1910.

BIBLIOGRAFIA

Arenz, Karl Heinz. “Do Alzette ao Amazonas: vida e obra do padre João Felipe Bettendorff (1625- 1698)”. Revista de Estudos Amazônicos 5.1 (2010): 25-78.

Arenz, Karl Heinz e Frederik Luizi Andrade de Matos. “‘Informação do Estado do Maranhão’: uma relação sobre a Amazônia Portuguesa no fim do século XVII”. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro 175.463 (2014): 349-380.

Barata, José do Carmo. História Eclesiástica de Pernambuco. Recife: Imprensa Industrial, 1922.

Berredo, Bernardo Pereira de. Anais históricos do Estado do Maranhão em que se dá notícia do seu descobrimento, e tudo o mais que nele tem sucedido desde o ano em que foi descoberto até o de 1718: oferecidos ao augustíssimo Monarca D. João V. Rio de Janeiro: Alumar, 1988.

Boxer, Charles R. A Igreja militante e a expansão ibérica: 1440-1770. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

Cardim, Pedro. “‘Governo’ e ‘Política’ no Portugal de Seiscentos: o olhar do jesuíta António Vieira”. Penélope. Revista de História e Ciências Sociais 28 (2003): 59-92.

Cardim, Pedro. “La jurisdicción real y su afirmación en la Corona portuguesa y sus territorios ultramarinos (siglos XVI-XVIII): reflexiones sobre la historiografía”. De Re Publica Hispaniae: una vindicación de la cultura política en los reinos ibéricos en la primera modernidad. Eds. Francisco José Aranda Pérez e José Damião Rodrigues. Madrid: Silex, 2008.

Cardoso, Alírio Carvalho. “Maranhão na Monarquia Hispânica: intercâmbios, guerra e navegação nas fronteiras das Índias de Castela (1580-1655)”. Dissertação de doutoramento, Universidade de Salamanca, 2012.

Carvalho Júnior, Almir Diniz. “A ordem da missão e os jogos da ação: conflitos, estratégias e armadilhas na Amazônia do século XVII”. Revista Tempo 19.35 (2013): 23-41. DOI: 10.5533/TEM-1980-542X-2013173503.

Chambouleyron, Rafael. “Escravos do Atlântico equatorial: tráfico negreiro para o Estado do Maranhão e Pará (século XVII e início do século XVIII)”. Revista Brasileira de História 26.52 (2006): 79-114. DOI: 10.1590/S0102-01882006000200005.

Coutinho, Milson. A revolta de Bequimão. São Luís: Instituto Geia, 2004.

Corrêa, Helidacy. “‘Para o aumento da Conquista e bom governo dos moradores’: o papel da Câmara de São Luís na Conquista, defesa e organização do território do Maranhão (1615-1668)”. Dissertação de doutoramento em História Social, Universidade Federal Fluminense, 2011.

Feitler, Bruno. “Missões indígenas e clero secular no Brasil colônia: o exemplo castelhano e as tentativas de normalização da malha eclesiástica sob os Felipes”. Anais do IV Encontro Internacional de História Colonial. Volume 3. Orgs. Rafael Chambouleyron e Karl-Heinz Arenz. Belém: Editora Açaí, 2014.

Ferreira, André Luís Bezerra. “Nas malhas das liberdades: o Tribunal da Junta das Missões e o governo dos índios na Capitania do Maranhão (1720-1757)”. Tese de Mestrado em História, Universidade Federal do Pará, 2017.

Larcher, Maria Madalena. “Anthroponyms. D. Gregório dos Anjos (1617-1689)”. http://eve.fcsh.unl.pt/content2a00.html?printconceito=113 (29/09/2019).

Larcher, Maria Madalena. “A vida religiosa no estado do Maranhão. A Diocese de S.Luís, da fundação ao desmembramento do Pará (1677-1720)”. Dissertação de doutoramento, Universidade Católica de Lovaina, 1997.

Leite, Serafim. Luiz Figueira. A sua vida heróica e sua obra literária. Lisboa: Agência Geral das Colônias, 1940.

Liberman, Maria. O levante do Maranhão. “Judeu cabeça de motim”: Manoel Beckman. São Paulo: Centro de Estudos Judaicos / Universidade de São Paulo, 1983.

MacNicoll, Murray Graeme. “Seventeenth-Century Maranhão: Beckman’s revolt”. Estudos Ibero-Americanos 4.1 (1978): 129-140. DOI: 10.15448/1980-864X.1978.1.30857.

Marques, César Augusto. Dicionário histórico-geográfico da província do Maranhão. São Luís: Edições AML, 2008.

Meireles, Mário. História da Arquidiocese de São Luís. São Luís: Universidade do Maranhão / Sioge, 1977.

Muniz, Pollyanna Gouveia Mendonça. Réus de Batina. Justiça Eclesiástica e clero secular no bispado do Maranhão colonial. São Paulo: Alameda / Editora da Universidade Federal do Maranhão, 2017.

Mello, Márcia Eliane. Fé e Império. As Juntas das Missões nas conquistas portuguesas. Manaus: Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2007.

Pachêco, Felipe Condurú. História eclesiástica do Maranhão. São Luís: Departamento de Cultura, 1969.

Paiva, José Pedro. Os Bispos de Portugal e do Império (1495-1777). Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2006.

Paiva, José Pedro. “Uma religião para o mundo. Padroado régio e uma diocese pluricontinental”. História Global de Portugal. Dirs. José Pedro Paiva, Carlos Fiolhais e José Eduardo Franco. Lisboa: Círculo de Leitores, 2020.

Palomo, Federico. “Como se fossem seus curas: os jesuítas e as missões rurais na América Portuguesa”. A Igreja no Brasil: Normas e Práticas durante a Vigência das Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia. Orgs. Bruno Feitler e Evergton Sales Souza. São Paulo: Editora Unifesp, 2011.

Santos, Fabiano Vilaça dos. O governo das conquistas do Norte. Trajetórias administrativas no Estado do Grão-Pará e Maranhão (1751-1780). São Paulo: Annablume, 2011.

Santos, Gustavo Augusto Mendonça dos. “A justiça do bispo: o exercício da justiça eclesiástica no bispado de Pernambuco no século XVIII”. Dissertação de doutoramento em História, Universidade Federal de Pernambuco, 2019.

Silva, Francisco de Paula e. Apontamentos para a História eclesiástica do Maranhão. Bahia: Tipografia de São Francisco, 1922.

Souza, Evergton Sales. “A construção de uma cristandade tridentina na América portuguesa (séculos XVI e XVII)”. O Concílio de Trento em Portugal e nas suas conquistas: olhares novos. Orgs. António Camões Gouveia, David Sampaio Barbosa e José Pedro Paiva. Lisboa: Centro de Estudos de História Religiosa / Universidade Católica Portuguesa, 2014.

Publicado
2021-01-29
Cómo citar
Mendonça Muniz P. G. (2021). El “primer obispo de este estado”. Gregório dos Anjos y la jurisdicción episcopal en la Amazonía, 1679-1689. Trashumante. Revista Americana De Historia Social, (17), 30-54. https://doi.org/10.17533/udea.trahs.n17a02
Sección
Tema abierto