El hogar definitivo: la pertenencia a través de los lugares de los muertos en la región minera de Minas Gerais, Brasil (1748-1848)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.17533/udea.trahs.n26a01

Palabras clave:

muerte, familia, testamentos, migraciones, memoria, pertenencia

Resumen

Este artículo trata de la elección de los lugares de enterramiento de la población que legó testamento en la ciudad de Mariana (Minas Gerais - Brasil) entre 1748 y 1848. A través del tratamiento seriado de documentos de última voluntad, demuestra la existencia de un movimiento de arraigo de la población en la región minera que tuvo impacto en la preparación para una buena muerte. La expresión de la forma culturalmente deseada de morir se vinculó a los lazos sociales y afectivos de los individuos, asumiendo mayor contención en testadores que formaban parte de lazos de parentesco a este lado del Atlántico, explicando un proceso más amplio de inflexión familiar.

|Resumen
= 76 veces | PDF (PORTUGUÊS (BRASIL))
= 74 veces|

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Karina Aparecida de Lourdes Ferreira, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Doctorado en Historia en curso en la Universidad Federal de Minas Gerais (UGMG). Maestría en historia por la misma institución. Grado de historiadora por la Universidad Federal de Viçosa (UFV). 

Citas

Laboratório Multimídia de Pesquisa Histórica, Brasil (LAMPEH)

Arquivo Histórico da Casa Setecentista de Mariana, Inventários post-mortem do Cartório do 1º Ofício.

Arquivo Histórico da Casa Setecentista de Mariana, Brasil (AHCSM)

Livros de registro de testamento do Cartório do 1º Ofício.

FamilySearch

Livros de óbitos da Paróquia de Nossa Senhora da Assunção, Catedral de Mariana.

Alfani, Guido, and Vincent Gourdon, eds., Spiritual kinship in Europe, 1500-1900. London: Palgrave Macmillan, 2012.

Almeida, Cândido Mendes de. Código Philippino ou Ordenações e Leis do reino de Portugal. Rio de Janeiro: Typ. do Instituto Philomathico, 1870.

Almeida, Carla Maria Carvalho de. Ricos e pobres em Minas Gerais: produção e hierarquização social no mundo colonial, 1750-1822. Belo Horizonte: Argvmentvm, 2010.

Almeida, Carla Maria Carvalho de. “Trajetórias imperiais: imigração e sistema de casamentos entre a elite mineira setecentista”. Nomes e Números: alternativas metodológicas para a história econômica e social. orgs., Carla Maria Carvalho de Almeida e Mônica Ribeiro de Oliveira. Juiz de Fora: Editora da UFJF, 2006.

Ariès, Philippe. História da morte no Ocidente: da Idade Média aos nossos dias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2012.

Ariès, Philippe. O Homem diante da morte. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1990.

Araújo, Ana Cristina. A Morte em Lisboa: atitudes e representações (1700-1830). Lisboa: Notícias Editorial, 1997.

Boschi, Caio César. Os Leigos e o Poder: Irmandades leigas e política colonizadora em Minas Gerais. São Paulo: Ática, 1986.

Botelho, Tarcísio R. “A família mineira no século XIX”. A Província de Minas. Volume 2. orgs., Maria Efigênia Lage de Resende e Luiz Carlos Villalta. Belo Horizonte: Autêntica/Companhia do Tempo, 2013.

Brügger, Silvia Maria Jardim. Minas patriarcal: família e sociedade (São João del-Rei, séculos XVIII E XIX). São Paulo: Annablume, 2007.

Campos, Adalgisa Arantes. “Locais de sepultamentos e escatologia através de registros de óbitos da época barroca”. Varia História 31 (2004): 159-183.

Campos, Adalgisa Arantes. As irmandades de São Miguel e as Almas do Purgatório: culto e iconografia no setecentos mineiro. Belo Horizonte: C/ Arte, 2013.

Catroga, Fernando. “O culto dos mortos como uma poética da ausência”. ArtCultura 12.20 (2010): 163-182.

Chiffoleau, Jacques. “O que faz a morte mudar na região de Avinhão no fim da Idade Média”. A morte na Idade Média. eds., Herman Braet e Werner

Verbeke. São Paulo: Edusp, 1996.

Da Vide, Sebastião Monteiro. Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia. São Paulo: Typografia de Antônio Louzada Antunes, 1853.

Daves, Alexandre Pereira. “Vaidade das Vaidades: os homens, a morte e a religião nos testamentos da comarca do Rio das Velhas (1716-1755)”. Dissertação de Mestrado em História, UFMG, 1998.

Ferreira, Karina Aparecida de Lourdes. “As doações testamentárias na cidade de Mariana entre os séculos XVIII e XIX”. Revista de História Regional 25.1. (2020).

Ferreira, Karina Aparecida de Lourdes. “Práticas testamentárias em Mariana: os executores das últimas vontades nos séculos XVIII e XIX”. Revista Tempos Históricos 24.2. (2020).

Figueiredo, Luciano Raposo de Almeida. Barrocas famílias: vida familiar em Minas Gerais no século XVIII. São Paulo: Hucitec, 1997.

Florentino, Manolo e Machado, Cacilda. “Ensaio sobre a imigração portuguesa e os padrões de miscigenação no Brasil (séculos XIX e XX)”. Portuguese Studies Review 10.1 (2002): 58-84.

Furtado, Júnia Ferreira. “Transitoriedade da vida, eternidade da morte: ritos fúnebres de forros e livres nas Minas Setecentistas”. Festa. Vol 1. orgs., Istvan Jancsó e Íris Kantor. São Paulo: Hucitec: Editora da Universidade de São Paulo: Fapesp: Imprensa Oficial, 2001.

Granovetter, Mark. “The strength of weak ties”. American Journal of Sociology 78.6 (1973): 1360-1380.

Lauwers, Michel. O Nascimento do Cemitério: lugares sagrados e terra dos mortos no Ocidente medieval. Campinas: Editora da Unicamp, 2015.

Lemos, Gusthavo. “Aguardenteiros do Piranga: família, produção da riqueza e dinâmica do espaço em zona de fronteira agrícola, Minas Gerais, 1800-1856”. Dissertação de Mestrado em História, UFMG, 2012.

Lott, Mirian Moura. “Sob o badalar dos sinos, o ar da modernidade. Ouro Preto: população, família e sociedade – 1838-1897”. Tese de Doutorado em História, UFMG, 2009.

Oexle, Otto Gerard. “A presença dos mortos”. A morte na Idade Média. eds., Braet e Verbeke. São Paulo: Edusp, 1996.

Ramos, Donald. “Do Minho a Minas”. Revista do Arquivo Público Mineiro. 44.1 (2008): 134-153.

Reis, João José. A Morte é uma Festa: Ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras. 1991.

Rodrigues, Cláudia. Lugares dos mortos na cidade dos vivos: tradições e transformações fúnebres no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, 1997.

Rodrigues, Claudia. Nas Fronteiras do Além: a secularização da morte no Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005.

Scott, Ana Silvia Volpi. “Desvios morais nas duas margens do Atlântico: o concubinato no Minho e em Minas Gerais nos anos setecentos”. População e Sociedade 7 (2001): 129-158.

Torres-Londoño, Fernando. A outra família: concubinato, Igreja e escândalo na Colônia. São Paulo: Edições Loyola, 1999.

Trindade, José da Santíssima, Dom Frei. Visitas Pastorais de Dom Frei José da Santíssima Trindade (1821-1825). Belo Horizonte: Fundação João

Pinheiro, Centro de Estudos Históricos e Culturais, Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, 1998.

Vailati, Luiz Lima. A Morte Menina: infância e morte infantil no Brasil do oitocentos (Rio de Janeiro e São Paulo). São Paulo: Alameda, 2010.

Vieira, Luiz Alberto Sales. “A medicalização da morte na cidade de Mariana: algumas questões para a história dos cemitérios no Brasil oitocentista”. Dissertação de Mestrado em Arquitetura, UFMG, 2010.

Vovelle, Michel. La mort et l’Occident: de 1300 à nos jours. Paris: Gallimard, 2000.

Publicado

2025-07-09

Cómo citar

Ferreira, K. A. de L. (2025). El hogar definitivo: la pertenencia a través de los lugares de los muertos en la región minera de Minas Gerais, Brasil (1748-1848). Trashumante. Revista Americana De Historia Social, (26), 6–29. https://doi.org/10.17533/udea.trahs.n26a01

Número

Sección

Tema abierto