“El alma de la mujer brasileña explotó en vibrante protesta”. Condiciones de trabajo femenino y formas de resistencia en las fábricas textiles de Río de Janeiro en las primeras décadas del siglo XX

  • Felipe Augusto dos Santos Ribeiro Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
  • Isabelle Cristina da Silva Pires The Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil
Palabras clave: Condiciones de trabajo, obreras textiles, relaciones de género, modos de resistencia.

Resumen

Este artículo pretende analizar las relaciones de género en fábricas de tejidos de Río de Janeiro, destacando las condiciones del trabajo femenino en los primeros años del siglo XX, así como los modos de resistencia utilizados por las tejedoras frente a diversos tipos de explotación. Las obreras textiles trabajaban largas horas en ambientes insalubres, recibían remuneraciones menores que las atribuidas a los hombres y aún eran vistas por estos como mano de obra concurrente. Sin embargo, varias trabajadoras lucharon colectivamente por mejores condiciones de trabajo y vida. De este modo, este estudio prioriza el abordaje de esas acciones de reivindicación ejercidas dentro y fuera de las fábricas.
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Biografía del autor/a

Felipe Augusto dos Santos Ribeiro, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Doctor en História, Política e Bens Culturais por el Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) de la Fundação Getúlio Vargas (FGV). Actualmente realiza una estancia posdoctoral en el Instituto Multidisciplinar de la Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

Isabelle Cristina da Silva Pires, The Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil
Estudiante de Maestría en História, Política e Bens Culturais del Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil

Citas

FONTES MANUSCRITAS

Arquivo Nacional, Rio de Janeiro (AN)

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Publicado
2018-07-17
Sección
Número temático: "Historia social del trabajo de mujeres en perspectiva de género. América Latina, siglos XIX y XX"