Avaliação da velocidade, agilidade e força de membros inferiores de adolescentes praticantes de tênis de campo

Autores/as

  • William Cordeiro de Souza Universidade do Contestado - UnC.
  • Anderson Bonette Universidade do Contestado - UnC.
  • André de Camargo Smolarek Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro.
  • Tácito Pessoa de Souza Junior Universidade Federal do Paraná – UFPR.
  • Luis Paulo Gomes Mascarenhas Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro.

Palabras clave:

Adolescentes, Capacidades Físicas, Tênis de Campo.

Resumen


Objetivo: Avaliar as capacidades físicas de velocidade, agilidade e força de membros inferiores (FMI) de adolescentes praticantes de tênis de campo. Métodos: A amostra intencional foi composta por 10 adolescentes do sexo masculino, com idade de 14 a 17 anos. Para avaliação da velocidade, agilidade e força de membros inferiores foram realizados os testes sugeridos pelo Projeto Esporte Brasil (PROESP-BR). Na análise dos dados foi utilizada a es­tatística descritiva (média, desvio padrão, frequência absoluta e relativa), o teste Qui-quadrado (x2) foi utilizado para comparar as proporções obtidas nos testes realizados. Resultados: Diante disso, foi observado um número significativo (p<0,05) de adolescentes com a velocidade, agilidade e FMI classificada como fraca. Conclusão: Pode-se constatar que os tenistas avaliados encontram-se com suas capacidades físicas abaixo do recomendado.

|Resumen
= 128 veces | PDF
= 231 veces|

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

William Cordeiro de Souza, Universidade do Contestado - UnC.

Universidade do Contestado - UnC.

Anderson Bonette, Universidade do Contestado - UnC.

Universidade do Contestado - UnC.

André de Camargo Smolarek, Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro.

Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro.

Tácito Pessoa de Souza Junior, Universidade Federal do Paraná – UFPR.

Universidade Federal do Paraná  – UFPR.

Luis Paulo Gomes Mascarenhas, Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro.

Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro.

Citas

Baiget, E., Fernández, J., Iglesias, X., Vallejo, L., & Rodríguez, F. (2014). On-Court Endurance and Performance Testing in Competitive Male Tennis Players. Journal of Strength and Conditioning Research, 28(1), 256-264.

Cortela, C., Fuentes, J., Aburachid, L., Kist, C., & Cortela, D. (2012). Iniciação esportiva ao tênis de campo: um retrato do programa play and stay à luz da pedagogia do esporte. Conexões, 10(2), 214-234.

Durigan, J., Dourado, A., Santos, A., Carvalho, V., Ramos, M., & Stanganelli, L. (2013). Efeitos do treinamento pliométrico sobre a potência de membros inferiores e a velocidade em tenistas da categoria juvenil. Revista de Educação Física/UEM, 24(4), 617-626.

Euclydes, P., Dantas, E., Marins, J., & Pinto, J. (2005). Qualidades físicas intervenientes e seu grau de importância no tênis de campo. Revista Mineira de Educação Física, 13(1), 7-27.

Gaya, A., & Gaya A. (2016). Projeto esporte Brasil: manual de testes e avaliação. Porto Alegre: UFRGS.

Gonçalves, G., Klering, R., Aires, H., & Balbinotti, C. (2016). Tennis competition’s contributions to children’s education and personal development. Journal Physical Education, 27(e2738), 1-14.

Hoppe, M., Baumgart, C., Bornefeld, J., Sperlich, B., Freiwald, J., & Holmberg H. (2014). Running Activity Profile of Adolescent Tennis Players during Match Play. Pediatric Exercise Science, 26(3), 281-290.

Kovacs, M. (2006). Applied physiology of tennis performance. British Journal of Sports Medicine, 40(5), 381-386.

Lake, R. (2001). Social Class, Etiquette and Behavioural Restraint in British Lawn Tennis, 1870- 1939. The International Journal of the History of Sport, 28(6), 876-894.

Llewellyn, P., & Lake, R. (2017). ‘The old days of amateurism are over’: the Samaranch revolution and the return of Olympic tennis. Journal Sport in History, 36(3), 1-25.

Longhi, A., Araújo, L., Camaroto, M., & Melo, S. (2014). Biomecânica do Saque no Tênis de Campo: “Estado da arte” e tendência dos estudos. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 22(2), 163-172.

Lucca, L., & Lucca, M. (2009). Aspectos fisiológicos do treinamento do tênis de campo. EF Deportes, 14(136).

Mahn, P., & Gavião, M. (2010). A influência do treinamento resistido em atletas de tênis de campo. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, 8(24), 3-7.

Monte, A., & Monte, F. (2007). Testes de agilidade, velocidade de reação e velocidade para o tênis de campo. Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, 9(4), 401-407.

Moraes, A., Barbosa, C., & Oliveira, H. (2008). Uma proposta de preparação física em tenistas de 13 a 17 anos a partir dos primeiros resultados obtidos em testes de aptidão física. Iniciação Científica CESUMAR, 8(1), 47-51.

Muniz, M., Mascarenhas, L., Grzelczak, M., Souza, W., Pedrassani, C., Souza, W., Paula, S., & Lima, V. (2014). O efeito agudo do treino de alongamento estático dos músculos ísquios-tibiais na agilidade do tenista. Conexões, 12(2), 37-49.

Pereira, L., Freitas, V., Moura, F., Urso, R., Loturco, I., & Nakamura, F. (2015). Match Analysis and Physical Performance of High-Level Young Tennis Players in Simulated Matches: A Pilot Study. Journal of Athletic Enhancement, 4(5).

Skorodumova, A. (1998). Tênis de campo: treinamento de alto nível. São Paulo: Phorte.

Souza, R. (2010). Treinamento de força rápida aplicado na preparação física de jovens tenistas. Inter Science Place, 3(14), 37-56.

Ulbricht, A., Fernandez-Fernandez, J., Mendez-Villanueva, A., & Ferrauti, A. (2016). Impact of fitness characteristics on tennis performance in elite junior tennis players. Journal of Strength and Conditioning Research, 30(4), 989-998.

Vretaros, A. (2002). Metodologia do treino de força no tênis de campo. EF Deportes, 8(47).

Descargas

Publicado

2017-10-17

Cómo citar

Souza, W. C. de, Bonette, A., Smolarek, A. de C., Junior, T. P. de S., & Mascarenhas, L. P. G. (2017). Avaliação da velocidade, agilidade e força de membros inferiores de adolescentes praticantes de tênis de campo. VIREF Revista De Educación Física, 6(3), 1–8. Recuperado a partir de https://revistas.udea.edu.co/index.php/viref/article/view/328851

Número

Sección

Informe de investigación