El derecho a la información mediante el estatuto teórico epistemológico en la era contemporánea

Autores/as

  • Marcia H. T. de Figueredo Lima Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.17533/udea.rib.v38n2a04

Palabras clave:

derecho a la información, epistemología, límites, clasificación.

Resumen


Esta investigación analiza el estatuto epistemológico actual del derecho a la información, diferenciándolo del campo disciplinar que se dedica a su estudio. Considera la inserción de este derecho en una matriz de análisis en la que se cruzan: su objeto de estudio, las generaciones de los derechos en las que los autores lo clasifican; su carácter conexo o subsidiario para la efectuación de otros derechos, en parte explicado por su elaboración en el siglo XIX, cuando fue enunciado junto al derecho de expresión en contrapunto con su autonomía adquirida en el siglo XX; su carácter o clasificación como derecho individual, difuso, colectivo o social; su limitación por la necesidad de respeto a la vida privada; su negación o contrario por la mentira y por el secreto. Como conclusión presenta un cuadro resumen en el que se consolida la síntesis de las propuestas de los diversos autores analizados acerca de este derecho.

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Biografía del autor/a

Marcia H. T. de Figueredo Lima, Universidade Federal Fluminense

Doctora en Ciencia de la Información, Universidade Federal do Rio de Janeiro. Profesora Asociada en la Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ.

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Publicado

2015-05-01

Cómo citar

H. T. de Figueredo Lima, M. (2015). El derecho a la información mediante el estatuto teórico epistemológico en la era contemporánea. Revista Interamericana De Bibliotecología, 38(2), 121–135. https://doi.org/10.17533/udea.rib.v38n2a04

Número

Sección

Investigaciones