Cruces ideales y “fin de análisis”: algunas consideraciones para la clínica psicoanalítica
DOI:
https://doi.org/10.17533/udea.affs.v21n41a07Palavras-chave:
psicoanálisis, Ideal, fin de análisis, objeto aResumo
En este artículo, derivado de una investigación realizada en un programa de maestría, buscamos sondear posibles “cruces ideales” en la clínica psicoanalítica. Así, nos referimos al tema del “fin de análisis”, y cuestionamos si esta perspectiva no lanzaría una dimensión de idealidad que interferiría en el horizonte de los análisis, lo que indicaría un camino que se anticipa a la propia trayectoria singular. Retomamos algunas reflexiones de S. Freud sobre la finitud del proceso analítico, además de aproximarnos a las contribuciones de J. Lacan, en las que este tema se perfecciona y se considera parte fundamental de la formación de los analistas. Concluimos con la idea de que es esencial ponderar y “tensionar” las proposiciones teóricas, precisamente para que no se escapen por las vías de la idealidad.
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