La inseparabilidad entre clínica y política en psicoanálisis

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.17533/udea.affs.v14n27a08

Palabras clave:

psicoanálisis, clínica, política, Winnicott, D.W., Lacan, J.

Resumen


Proponemos una perspectiva específica y renovadora de investigación acerca de la relación entre clínica y política. Concebimos la determinación política de la praxis clínica como inevitable y, en esa medida, defendemos la pertinencia de modos de investigación que pongan tal determinación en evidencia y permitan analizarla. Estudiamos dos episodios históricos, uno concerniente a la trayectoria de Winnicott y otro concerniente a la trayectoria de Lacan, a partir de los cuales demostramos y discutimos las características de la perspectiva que adelantamos, teniendo como horizonte la inseparabilidad entre clínica y política.

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Biografía del autor/a

Paulo Antonio de Campos Beer, Universidad de São Paulo

Psicoanalista, Estudiante de Doctorado en Psicología Social en el Instituto de Psicología de la Universidad de São Paulo y miembro del Laboratorio de Teoría Social, Filosofía y Psicoanálisis (LATESFIP-USP).

Wilson de Albuquerque Cavalcanti Franco, Universidad de São Paulo

Psicoanalista, Estudiante de Doctorado en Psicología Clínica en el Instituto de Psicología de la Universidad de São Paulo, bajo la dirección del Prof. Dr. Daniel Kupermann.

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Publicado

2017-07-01

Cómo citar

de Campos Beer, P. A., & Cavalcanti Franco, W. de A. (2017). La inseparabilidad entre clínica y política en psicoanálisis. Affectio Societatis, 14(27), 157–179. https://doi.org/10.17533/udea.affs.v14n27a08

Número

Sección

Artículos de Reflexión