Psicoanalistas en el frente de batalla. La neurosis de guerra en la Primera Guerra Mundial.
DOI:
https://doi.org/10.17533/udea.affs.5335Resumo
El propósito de este texto es exponer el recorrido histórico y lógico de la noción neurosis de guerra en los escritos psicoanalíticos producidos durante la Primera Guerra Mundial y en el período de posguerra, hasta 1920. Este recorrido bibliográfico reconstruye la polémica de la noción en cuestión, en sus aspectos históricos, epistémicos y clínicos, en los escritos —artículos, conferencias e intervenciones— de los primeros psicoanalistas, como Sandor Ferenczi, Karl Abraham, Ernest Jones, Víctor Tausk y Ernest Simmel, reclutados durante la guerra en diferentes bandos, y de Sigmund Freud, quien no participó como combatiente en ella debido a su avanzada edad.
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