Salud bucal e indicadores socioeconómicos de adolescentes residentes en una región de extrema pobreza

Autores/as

  • Márcia Cançado-Figueiredo Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Fernanda Wisniewski Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Taiane Correa-Furtado Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Jéssica Vaz-Silva Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Eduarda Maria Pereira-Silvestre Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
  • Ximena Concha-Melgar Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

DOI:

https://doi.org/10.17533/udea.rfo.v29n2a4

Palabras clave:

Salud bucal, Adolescentes, Extracción dental, Clase social, Atención primaria en salud, Pobreza

Resumen

Introducción: la adolescencia es la fase de la vida en la que se consolidan hábitos futuros de higiene, y es a su vez un periodo de múltiples descubrimientos y cambios en la vida del ser humano. Debido a la gran cantidad de nuevas emociones que se presentan, muchas veces los adolescentes acaban dejando su salud en segundo plano, lo que causa una mayor probabilidad de sufrir enfermedades bucales, que muchas veces atacan de manera precoz a esta población y son tratadas en fases tardías, dando como resultado pérdidas dentarias. El objetivo del presente estudio consistió en evaluar el perfil de salud bucal de adolescentes que viven en una región de extrema pobreza. Métodos: se trata de un estudio transversal y analítico, en el cual fueron analizados datos de 205 adolescentes residentes en el barrio Augusta Meneguine, localizado en la ciudad de Viamão, Rio Grande do Sul, Brasil. Resultados: el promedio de dientes perdidos fue de un diente por adolescente. La prueba t de Student (p ≤ 0,05) no mostró diferencias significativas por sexo (p = 0,158). Los adolescentes cuya familia contaba con un ingreso mensual de hasta un salario mínimo presentaron un valor promedio mayor de dientes perdidos, en comparación con los de familias de ingresos mensuales mayores, pero esta no fue una diferencia significativa (p = 0,341). Tampoco se observaron diferencias significativas entre los dientes perdidos y el consumo de azúcar (p = 0,869), ni en relación con el número promedio de caries entre los adolescentes que recibieron una supervisión de higiene bucal (p = 0,631). Conclusiones: el presente estudio permitió identificar un perfil carente de salud bucal y nivel socioeconómico de los adolescentes de bajos ingresos y niveles de educación, por lo que presentan altos índices de placa visible, sangrado gingival, caries y pérdidas dentarias.

DOI: http://dx.doi.org/10.17533/udea.rfo.v29n2a4

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Biografía del autor/a

Márcia Cançado-Figueiredo, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Professora da Faculdade de Odontologia, Departamento de Cirurgia e Ortopedia, UFRGS. Faculdad de Odontología de la Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, Brasil 

Fernanda Wisniewski, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Académica de graduación de la Facultad de Odontología de la Universidad Federal de Rio Grande do Sul - UFRGS

Taiane Correa-Furtado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Académica de graduación de la Facultad de Odontología de la Universidad Federal de Rio Grande do Sul - UFRGS

Jéssica Vaz-Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Académica de graduación de la Facultad de Odontología de la Universidad Federal de Rio Grande do Sul - UFRGS

Eduarda Maria Pereira-Silvestre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Académica de graduación de la Facultad de Odontología de la Universidad Federal de Rio Grande do Sul - UFRGS

Ximena Concha-Melgar, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Académica del curso de Doctorado en Salud Colectiva de la Facultad de Odontología de la Universidad Federal de Rio Grande do Sul - UFRGS

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Publicado

2018-05-17

Cómo citar

Cançado-Figueiredo, M., Wisniewski, F., Correa-Furtado, T., Vaz-Silva, J., Pereira-Silvestre, E. M., & Concha-Melgar, X. (2018). Salud bucal e indicadores socioeconómicos de adolescentes residentes en una región de extrema pobreza. Revista Facultad De Odontología Universidad De Antioquia, 29(2), 311–328. https://doi.org/10.17533/udea.rfo.v29n2a4