Adolescencia y política pública: la práctica psicoanalítica en amparo institucional.

Palabras clave: amparo institucional, adolescencia, políticas públicas, psicoanálisis

Resumen

Este artículo presenta una lectura psicoanalítica sobre la práctica en una institución de acogida para adolescentes en situación de amenaza o violación de derechos. Abordaremos, inicialmente, algunos aspectos de las políticas públicas en Brasil en relación con los adolescentes. Luego, nos serviremos de la forma como el psicoanálisis piensa la adolescencia para, al final, ilustrar la posibilidad de práctica del psicoanálisis con jóvenes en un amparo institucional, según lo definido por las Orientaciones técnicas (CNAS & CONANDA, 2009), cuyo objetivo es acoger adolescentes en situación de violación de derechos con vínculos familiares rotos o debilitados, con el propósito de una reintegración familiar o de ubicación en una familia sustituta. La acogida institucional propiciada a esta población resulta de una medida judicial de carácter excepcional y debe durar el menor tiempo posible; además, tiene como propósito asegurar a niños y adolescentes los derechos previstos en ley.

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Biografía del autor/a

Arthur Cardoso Chicralla, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Psicólogo y psicoanalista. Especialista en Clínica Psicoanalítica de la Universidad Federal de Rio de Janeiro (IPUB / UFRJ). Magíster en Psicoanálisis y Políticas Públicas de la Universidad Estatal de Río de Janeiro (PGPSA / UERJ).

Heloisa Caldas, Universidad del Estado de Rio de Janeiro

Profesora y actual Coordinadora del Programa de Posgrado de la Universidad Estatal de Río de Janeiro - PGPSA/IP/UERJ; AME de la Escuela Brasileña de Psicoanálisis - EBP y de la Asociación Mundial de Psicoanálisis-AMP.

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Publicado
2019-07-14
Cómo citar
Chicralla, A. C., & Caldas, H. (2019). Adolescencia y política pública: la práctica psicoanalítica en amparo institucional. Affectio Societatis, 16(31), 11-35. https://doi.org/10.17533/udea.affs.v16n31a01
Sección
Artículos de Investigación