Concepciones y prácticas de la inclusión en la educación física escolar: estudio en una ciudad de Brasil
DOI:
https://doi.org/10.17533/udea.efyd.v34n1a07Palabras clave:
educación especial, educación física y entrenamiento, administración de recursos humanosResumen
Este estudio tiene como objetivo verificar la percepción de la realidad desde la mirada y las acciones del profesional de Educación Física, así como desde la perspectiva de sus compañeros de la gestión escolar con el fin de identificar posibles demandas y carencias en la relación teoría-práctica del proceso de inclusión. Para esto, se aplicaron cuestionarios pre-elaborados en las 40 (cuarenta) escuelas de la ciudad de Hortolandia, Sao Paulo, Brasil, identificando las acciones y percepciones de los profesionales potencialmente desarrolladores de la acción inclusiva. La investigación encontró como resultado que los administradores creen, de hecho, que están contribuyendo con la inclusión, mientras los profesores se muestran con sentimientos de incapacidad en su aplicación. Sin embargo, la mayoría de los entrevistados, tanto los profesores como los administradores, han demostrado creer en la viabilidad del proceso inclusivo, lo que requiere el desarrollo del conocimiento y apoyo para hacerlo.
Descargas
Citas
Araújo, P. F. (1998). Desporto adaptado no Brasil: Origem, institucionalização e atualidade. Brasília: Ministério da Educação e do Desporto/INDESP.
Carvalho, C. L. (2014). Conteúdos da educação física e a pedagogía de Freinet: Pintando uma possibilidade para o aluno com síndrome de Down. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Educação Física - Universidade Estadual de Campinas, Campinas.
Lei nº 9394 de 20 de dezembro de 1996. Diário Oficial da União. Ministério da Educação e Cultura. Brasília, DF.
Filus, J. F. (2011). Amarrações e arrumações na inclusão escolar do municipio de Hortolândia - SP. Tese de Doutorado, Faculdade de Educação Física - Universidade Estadual de Campinas, Campinas.
Jannuzzi, G. (2006). A educação do deficiente no Brasil: Dos primórdios ao início do século XXI. 2. ed. Campinas: Autores Associados.
Machado, N. J. (2001). Pensando e fazendo educação de qualidade. São Paulo: Moderna.
Puglisi, M. L., & Franco, B. (2005). Análise de conteúdo. 2. ed. Brasília: Líber Livro.
Rodrigues, D. (2003). A educação física perante a educação inclusiva: Reflexões conceptuais e metodológicas. Revista da Educação Física/UEM, Londrina, 14 (1), 67-73.
Salerno, M. B. (2014). A informação em educação física e o trabalho com a pessoa com deficiência: Percepção discente. Tese de Doutorado, Faculdade de Educação Física - Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP.
Santos, A. R. (2002). Metodologia científica: A construção do conhecimento. 5. ed. Rio de Janeiro: DP & A Editora.
Sassaki, R. K. (1997). Inclusão: Construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro, Ed. WVA.
Seabra Jr., L. (2012). Educação física e inclusão educacional: Entender para atender. Tese de Doutorado, Faculdade de Educação Física - Universidade Estadual de Campinas, Campinas.
Silva, R. F. (2005). A ação do professor do ensino superior na educação física adaptada: Construção mediada pelos aspectos dos contextos históricos, políticos e sociais. Tese de Doutorado, Faculdade de Educação Física - Universidade Estadual de Campinas, Campinas.
Silva, R. F., Araújo, P. F., & Duarte, E. (2004). Inclusão educacional: Uma roupa nova para um corpo velho. Lecturas Educación Física y Deportes, Buenos Aires, 69 (10). Disponível em: <http://www.efdeportes.com/efd69/inclusao.htm>. Acesso em: 19 set. 2014.
Silva, R. F., Seabra Jr., L., & Araújo, P. F. (2008). Educação física adaptada no Brasil: Da historia à inclusão educacional. São Paulo: Phorte.
Stainback, S., & Stainback, W. (1999). Inclusão: Um guia para educadores. Porto Alegre: Artmed.