Formación en política pública en Brasil. De las iniciativas pioneras de los años sesenta a la institucionalización del “campo de públicas”

Autores/as

  • Marta Ferreira Santos Farah Fundação Getulio Vargas

DOI:

https://doi.org/10.17533/udea.espo.n49a11

Palabras clave:

Política Pública, Formação Profissional, Educação Superior, Campo de Públicas, Brasil

Resumen


Este artículo aborda la formación en política pública en Brasil a partir de la reconstitución de las iniciativas pioneras en las áreas de Administración Pública y de Ciencia Política, y de la discusión del movimiento reciente de constitución de un nuevo campo de estudios y formación. Se analiza la literatura sobre el campo de políticas públicas en Brasil y sobre la institucionalización de las dos disciplinas, apoyándose en el estudio de la presencia de las políticas públicas en el currículo de cursos de distintas áreas. El artículo muestra cómo las primeras iniciativas de institucionalización del campo de políticas públicas no se han orientado hacia una formación independiente, y en cambio han privilegiado estudios e investigaciones. La expansión reciente de cursos que tratan de políticas públicas provocan cambios en este escenario, una comunidad discursiva se ha movilizado por la institucionalización de un nuevo campo multidisciplinar, designado por los participantes como “campo de públicas”. Ese proceso ha producido una reconfiguración del campo de políticas públicas, en que asume centralidad la formación

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Biografía del autor/a

Marta Ferreira Santos Farah, Fundação Getulio Vargas

Socióloga. Mestre em Sociologia. Doutora em Sociologia. Professora titular do Departamento de Gestão Pública da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), São Paulo, Brasil e pesquisadora do Centro de Estudos em Administração Pública e Governo da mesma instituição.

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Publicado

2016-07-21

Cómo citar

Santos Farah, M. F. . (2016). Formación en política pública en Brasil. De las iniciativas pioneras de los años sesenta a la institucionalización del “campo de públicas”. Estudios Políticos, (49), 192–215. https://doi.org/10.17533/udea.espo.n49a11

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