Uso de métodos anticoncepcionais de alta eficiência depois da interrupção voluntária da gravidez em Profamilia, 2015-2020

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17533/udea.rfnsp.e347952

Palavras-chave:

aborto induzido, anticoncepção, Antioquia (Colômbia), dispositivos anticoncepcionais, Profamilia

Resumo

Objetivo: Descrever os métodos anticoncepcionais referidos pelas usuárias de serviços de interrupção voluntária da gravidez (IVG), antes e depois da consulta, e estudar a associação entre as características sociodemográficas e os antecedentes ginecológicos com a eleição de anticoncepcionais de alta eficiência depois da IVG, com gestações menores de 15 semanas, no departamento de Antioquia, Colômbia, na instituição Profamilia, entre 2015 e 2020.

Metodologia: Estudo de corte transversal. Analisaram-se os 13067 registros de consultas de IVG realizadas em Profamilia na sede Antioquia, de 2015 a 2020. As variáveis qualitativas mediram-se com frequências e porcentagens, e as quantitativas com a média e o desvio padrão. Implementaram-se modelos de regressão logística para estabelecer a associação das variáveis independentes com a variável de interesse.

Resultados: A consulta de IVG contribuiu ao incremento do uso de métodos anticoncepcionais de alta eficiência. Antes da IVG, o 53% das mulheres não usavam nenhum método. Depois da interrupção, o 97% começou a usar métodos de alta eficiência. Além do uso de métodos pouco eficientes ou o uso da camisinha, obtiveram uma possibilidade 13 vezes maior de escolher um método de alta eficiência.

Conclusões: A educação em métodos anticoncepcionais posterior a uma IVG é fundamental para promover o uso de opções muito efetivas, com o fim de diminuir a aparição de novas gravidezes não desejadas que podem levar a uma IVG recorrente

|Resumo
= 1747 veces | PDF (ESPAÑOL (ESPAÑA))
= 263 veces| | HTML (ESPAÑOL (ESPAÑA))
= 10 veces|

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Laura Maria Jaramillo Espinosa, Profamilia

Médica general, Universidad CES

Daniela Estrada Plata, Profamilia

Médica general, Universidad CES

Magister en nutrición clínica y endocrinología.
Instituto de Ciencias de Nutrición y salud.

Fernando Ruíz Vallejo, Profamilia

Doctorado en Demografía

Referências

Bearak J, Popinchalk A, Ganatra B, et al. Unintended pregnancy and abortion by income, region, and the legal status of abortion: Estimates from a comprehensive model for 1990–2019. Lancet Glob Health. 2020;8(9):e1152-61. doi: https://doi.org/10.1016/ S2214-109X(20)30315-6

Atuhaire S. Abortion among adolescents in Africa: A review of practices, consequences, and control strategies. Int J Health Plann Manage. 2019;34(4):e1378-86. doi: https://doi.org/10.1002/ hpm.2842

Calvert C, Owolabi OO, Yeung F, et al. The magnitude and seve¬rity of abortion-related morbidity in settings with limited access to abortion services: A systematic review and meta-regression. bmj Glob Health. 2018;3(3):e000692. doi: http://dx.doi.org/10.1136/ bmjgh-2017-000692

World Health Organization. Abortion care guideline. Geneva: World Health Organization [internet]; 2022 [citado 2022 abr. 19]. Disponible en: https://apps.who.int/iris/handle/10665/349316

Colombia, Ministerio de Salud y Protección Social, Fondo de Población de las Naciones Unidas. Guía de capacitación para atención en salud de la interrupción voluntaria del embarazo (ive) [internet]; 2014 [citado 2020 sep. 13]. Disponible en: https://co¬lombia.unfpa.org/sites/default/files/pub-pdf/SM-IVE-Guia-Cap¬citacion.pdf

Roe AH, Bartz D. Society of family planning clinical recom¬mendations: Contraception after surgical abortion. Contracep¬tion. 2019;99(1):2-9. doi: https://doi.org/10.1016/j.contracep¬tion.2018.08.016

Zhang B, Nian Y, Palmer M, et al. An ecological perspective on risk factors for repeat induced abortion in China. Sex Re¬prod Healthc. 2018;18:43-47. doi: https://doi.org/10.1016/j. srhc.2018.10.001

Abebe M, Mersha A, Degefa N, , et al. Determinants of induced abortion among women received maternal health care services in public hospitals of Arba Minch and Wolayita Sodo town, southern Ethiopia: Unmatched case–control study. bmc Women’s Health. 2022;22. doi: https://doi.org/10.1186/s12905-022-01695-0

Organización Mundial de la Salud. Recomendaciones sobre prácticas seleccionadas para el uso de anticonceptivos. 3.a ed. Ginebra: Organización Mundial de la Salud [internet]; 2018 [ci¬tado 2022 abr. 24]. Disponible en: https://apps.who.int/iris/hand¬le/10665/259814

Organización Panamericana de la Salud (ops), Facultad de Sa¬lud Pública Bloomberg de Johns Hopkin, United States Agency International Development. Planificación familiar: Un manual mundial para proveedores. 3.a ed. Estados Unidos: ops [internet]; 2019 [citado 2021 jul. 29]. Disponible en: https://iris.paho.org/ handle/10665.2/51918

Postlethwaite D, Lee J, Merchant M, et al. Contraception after abortion and risk of repeated unintended pregnancy among health plan members. Perm J. 2018;22(4):18-058. doi: https://doi. org/10.7812/TPP/18-058

Prada E, Singh S, et al. Embarazo no deseado y aborto inducido en Colombia: causas y consecuencias. Guttmacher Institute [in¬ternet]; 2016 [citado 2020 sep. 13]. Disponible en: https://www. guttmacher.org/es/report/embarazo-no-deseado-y-aborto-induci¬do-en-colombia-causas-y-consecuencias

Colombia, Corte Constitucional. Sentencia C-355 de 2006 [in¬ternet]. 2006 [citado 2020 sep. 10]. Disponible en: https://www. corteconstitucional.gov.co/relatoria/2006/c-355-06.htm

StataCorp. Stata Statistical Software: Release 13. College Station: TX: StataCorp LP; 2013.

Colombia, Congreso de la República. Ley 142, por el cual se esta¬blece el régimen de los servicios públicos domiciliarios y se dic¬tan otras disposiciones (1994 jul. 11).

Congreso de Colombia. Ley 1438, por medio de la cual se reforma el sistema general de seguridad social en salud y se dictan oras disposiciones (2011 ene. 19).

Gyllenberg F, Juselius M, et al. Long-acting reversible contracep¬tion free of charge, method initiation, and abortion rates in Fin¬land. Am J Public Health. 2018;108(4):538-43. doi: https://doi. org/10.2105/AJPH.2017.304280

Dam A, Yeh PT, et al. Contraceptive values and preferences of pregnant women, postpartum women, women seeking emergen¬cy contraceptives, and women seeking abortion services: A sys¬tematic review. Contraception. 2022111:39-47. doi: https://doi. org/10.1016/j.contraception.2021.10.007

Valverde-Espinoza N, Barja-Ore J. Método anticonceptivo de elec¬ción en el postaborto. Ginecol Obstet México. 2019;87(12):814-9. doi: https://doi.org/10.24245/gom.v87i12.3436

Publicado

2022-08-20

Como Citar

1.
González Pérez LA, Jaramillo Espinosa LM, Estrada Plata D, Ruíz Vallejo F. Uso de métodos anticoncepcionais de alta eficiência depois da interrupção voluntária da gravidez em Profamilia, 2015-2020. Rev. Fac. Nac. Salud Pública [Internet]. 20º de agosto de 2022 [citado 3º de abril de 2025];40(3):e347952. Disponível em: https://revistas.udea.edu.co/index.php/fnsp/article/view/347952

Edição

Seção

Salud de las mujeres

Categorias