Quo vadis? La ética psicoanalítica más allá de Roma

Autores/as

  • João Ezequiel Grecco Centro Universitario Anhanguera de Santo André
  • Mariana Rodrigues Festucci Ferreira Prefectura Municipal de Mauá

Palabras clave:

Antígona, tragedia, ética psicoanalítica, contemporaneidad

Resumen


Este texto aborda algunos matices de la tragedia vivida por Antígona, contrastándola con el aniquilamiento del sujeto contemporáneo operado por el discurso capitalista. Sitúa, más allá de la ética que tiene por objeto un bien según el imperativo kantiano, la ética psicoanalítica, ética regida por la dialéctica del deseo, la única posible de determinar el analista en su praxis. Para ello se parte del concepto de Ética en Aristóteles y se señala lo que está en juego en la lectura lacaniana de la pieza de Sófocles. Se destaca en qué consiste el carácter trágico de la ética psicoanalítica y cómo esta es relevante para rescatar el sujeto contemporáneo de su supresión.
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Biografía del autor/a

João Ezequiel Grecco, Centro Universitario Anhanguera de Santo André

Psicoanalista. Doctor en Psicología Social, PUC-SP (Brasil). Magíster en Psicología Clínica, PUC-SP. Miembro del Foro Lacaniano de São Paulo, Brasil e Internacional. Profesor en el Centro Universitario Anhanguera de Santo André, São Paulo (Brasil).

Mariana Rodrigues Festucci Ferreira, Prefectura Municipal de Mauá

Psicoanalista. Especialista en Psicología Clínica, PUC-SP (Brasil). Funcionaria pública de la Prefectura Municipal de Mauá, en el estado de São Paulo (Brasil).

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Publicado

2014-01-31

Cómo citar

Grecco, J. E., & Rodrigues Festucci Ferreira, M. (2014). Quo vadis? La ética psicoanalítica más allá de Roma. Affectio Societatis, 11(20), 1–11. Recuperado a partir de https://revistas.udea.edu.co/index.php/affectiosocietatis/article/view/18307

Número

Sección

Artículos de Investigación