Padrões de prescrição de medicamento para a Diabetes Mellitus tipo 2 em cinco departamentos da Colômbia em 2014
DOI:
https://doi.org/10.17533/udea.rfnsp.v36n2a08Palavras-chave:
atendimento primário de saúde, diabetes mellitus tipo 2, prescrições de medicamentos, ColômbiaResumo
Objetivo: descrever os padrões de prescrição dos medicamentos para a Diabetes Mellitus tipo 2 (dm2) e de comorbilidades de pacientes atendidos em cinco instituições de serviço de saúde da Colômbia. Metodologia: estudo descritivo transversal, no qual revisaram-se as histórias clínicas de 5098 pacientes com dm2, atendidos em centros de atendimento ambulatorial localizados em cinco cidades colombianas, entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 2014. Cada paciente com dm2 tinha pelo menos duas consultas ambulatoriais registradas durante o período do estudo. A informação coletou-se através de inquérito eletrônico. Para a categorização dos medicamentos, utilizaram-se os guias nacionais e internacionais para o tratamento da diabete. A análise dos dados realizou-se utilizando o programa spss® 21. Resultados: os medicamentos de prescrição mais frequente foram biguanidas (59%) e as sulfoniluréias (28%). A prescrição de inibidores da dipeptidil peptidase IV foi 7% e a frequência de prescrição de agonista do receptor do péptido similar ao glucagão tipo 1 (ar glp-1) foi de 2%. O medicamento com mais frequência de prescrição como monoterapia foi as biguanidas (22%). A combinação mais frequente foi biguanida e sulfoniluréias (21%). A segunda combinação mais frequente foi biguanida com insulina (10%), e outras combinações. 27% dos pacientes com dm2 não recebeu tratamento farmacológico nenhum para a diabetes. Respeito dos medicamentos para comorbilidades, 52% dos pacientes utiliza pelo menos um tipo de anti-hipertensivo, 39% utiliza pelo menos um tipo de hipolipemiante e 35% utiliza ácido acetilsalicílico. Conclusões: as biguanidas foram o medicamento com mais frequência de prescrição, e depois as sulfoniluréias. Um de quatro pacientes não rinha registro de prescrição de medicamentos. O uso de ácido acetilsalicílico como prevenção do risco cardiovascular foi menor do que se esperava.
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