Aspects that facilitate or difficult nurse’s training in primary health care

  • Livia Cozer Montenegro Enfermera, magíster y doctoranda em Enfermería. Bolsista Reuni nível doutorado da Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil. email: livinhamontenegro@hotmail.com.
  • Maria Jose Menzes Brito Enfermear, Magíster em Enfermería y Doctora em Administreación.Professora Adjunta 4 da Departamento de Enfermagem Aplicada, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil. email: mj.brito@globol.com.br.
Keywords: Nursing; primary health care; human resources formation; nurses.

Abstract

Objective.  To describe the aspects that facilitate or difficult nurse’s training in primary health care (PHC).

Methodology. Qualitative case study carried out in 2009. 15 nurses, who worked in the Family Healthcare Teams  of  the  Basic  Health  Units  of  Belo  Horizonte,  under  an  agreement  with  the  Nursing  school  of  the Federal University of Minas Gerais through the Reorientation Program of Healthcare Professional’s Training, participated in the study. Subjects were interviewed and data underwent content analysis.

Results. The greatest difficulty is continuing PHC training after graduation. The main facilitating aspects were: Studying in a public university, more experienced professional’s escort, a rural internship, and the participation of teachers specialized in public health.

Conclusion. Training deficiencies from graduated nurses to work in PHC can be corrected through the application of theory and practice teaching strategies at the universities.

|Abstract
= 12 veces | PDF (PORTUGUÊS)
= 20 veces| HTML (PORTUGUÊS)
= 6 veces|

Downloads

Download data is not yet available.

References

(1) Witt RR. Competências da enfermeira da atenção primária: contribuição para a construção das funções essenciais de saúde pública. [Tese Doutorado] – Ribeirão Preto: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo; 2005. 336p.

(2) Brasil. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. SUS: avanços e desafios. Brasília; 2006.164p.

(3) Merhy EE. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. São Paulo: Hucitec; 2002.189p.

(4) Yepes CE. Atención primaria en salud, más pertinentes que nunca. Invest Educ Enferm. 2006;24(2):102-1.

(5) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção primária. Política nacional de atenção primária. Brasília; 2006. 60p.

(6) Scherer MDA. O trabalho na equipe de saúde da família: possibilidades de construção da interdisciplinaridade. [Tese Doutorado] – Florianópolis: Escola de Enfermagem de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catariana; 2006.

(7) Brasil. Rede Unida. Portaria Interministerial n.º 610, de 26 de março de 2002. Resolve instituir o Programa Nacional de Incentivo às Mudanças Curriculares para as Escolas Médicas - PROMED. [legislação na internet]. Brasília; 2002. [Acesso 2009 Sep 05]. Disponível em http://www.redeunida.org.br/promed/portaria.asp

(8) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de gestão do trabalho e de educação da saúde. departamento da gestão em educação na saúde. Projeto piloto VER-SUS Brasil: Vivência e estágios na realidade do sistema único de saúde do Brasil. Brasília; 2004. 299 p.

(9) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de gestão e do trabalho e da educação na saúde. Departamento de Gestão e de Educação da Saúde. Aprender SUS: o SUS e os cursos de graduação da área da saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Secretaria de gestão e do trabalho e da educação na saúde; 2004.11p.

(10) Brasil. Ministério da Saúde. Pró-saúde: Programa Nacional de Orientação da Formação Profissional em Saúde. Brasília; Ministério da Saúde; 2005. 77p.

(11) Brasil. Ministério da Saúde. Portaria Interministerial nº 1802 de 26 de agosto de 2008. Resolve instituir o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde- PET-Saúde. [legislação na internet]. Brasília; 2008. [Acesso 2009 Sep 05]. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis

(12) Campos FE, Ferreira JR, Feuerwerker L, Sena RR, Campos JJB, Cordeiro H et al. Caminhos para aproximar a formação de profissionais de saúde das necessidades da atenção primária. Rev Bras Ed Méd. 2001;25(2):53-9.

(13) Falcon GS, Erdmann AL, Meirelles BHS. A complexidade na Educação dos profissionais para o cuidado em saúde. Rev.Texto Contexto Enferm. 2006;15(2):343-51.

(14) Triviños ANS. Introdução a pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas; 1994. 175p.

(15) Turato ER. Tratado de metodologia da pesquisa clínico-qualitativa: construção teórico-epistemológica, discussão comparada e aplicação nas áreas de saúde e humanas. Rio de Janeiro: Vozes; 2003. 685p.

(16) Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8. ed. São Paulo: Hucitec; 2004. 185 p.

(17) Bardin L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70; 2004. 225p.

(18) Brasil. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução n. 196, de 10 de outubro de 1996. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Informe epidemiológico do SUS. Brasília: Ministério da Saúde; 1996.

(19) Brasil. Ministério da Educação e do Desporto. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em enfermagem. Resolução CNE/CES n. 3, de 7 de novembro de 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem. Brasília; Ministério da Educação e do Desporto; 2001. 37p.

(20) Noronha R. Motivação no ensino e na assistência de enfermagem. Rev Bras Enferm. 1985; 38(1):70-5.

(21) Christophe M. A legislação sobre a educação tecnológica no quadro da educação profissional brasileira. São Paulo: Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade; 2005. 180p.

(22) Medina NVJ, Takashi RT. A busca da graduação em enfermagem como opção dos técnicos e auxiliares de enfermagem. Rev Esc Enferm USP.2003;37(4):101-8.

(23) Oliveira DA. Gestão democrática da educação: o principal embate da educação brasileira com a nova LDB. Petrópolis: Vozes; 1997. 150p.

(24) Cattani AD. Trabalho e tecnologia: Dicionário crítico. 3 ed. Petrópolis: Vozes; 2000. 292p.

(25) Ruiz T, Valenza PD, Euclydes MP, Oliveira MCF, Garcia MLF. O internato rural do curso de graduação em nutrição da Universidade Federal de Viçosa. Rev.Saúde Pública. 1985;19(6):566-9.

(26) Fernandes GFM, Vaz MRC. Processo de avaliação humanizado e participativo nos estágios supervisionados de enfermagem. Texto Contexto Enferm. 1999;8(1):106-21.

(27) Brito MJM. A configuração identitária da enfermeira no contexto das práticas de gestão em hospitais privados de Belo Horizonte. [Tese doutorado] – Belo Horizonte: Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais; 2004.

(28) 28. Sordi MRL, Bognato MHL. Subsídios para uma formação profissional crítico-reflexiva na área da saúde: o desafio da virada do século. Rev Lat Am. Enferm.1998;6(2):83-8.

(29) Tejada LM, Castro J, Miranda MM, Acosta L, Alcántara E. Evaluación cualitativa de un programa de formación de enfermeras. La perspectiva de los profesores y los estudiantes. Invest Educ Enferm. 2008;26(2 supl):80-8.pl): 80-8.

Published
2011-08-24
How to Cite
Montenegro L. C., & Brito M. J. M. (2011). Aspects that facilitate or difficult nurse’s training in primary health care. Investigación Y Educación En Enfermería, 29(2). Retrieved from https://revistas.udea.edu.co/index.php/iee/article/view/6425
Section
ORIGINAL ARTICLES / ARTÍCULOS ORIGINALES / ARTIGOS ORIGINAIS