Arquivos, memória e prática antropológica: uma etnografia dos documentos de Mariza Corrêa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17533/udea.boan.v40n70a3

Palavras-chave:

Mariza Corrêa, Etnografia no arquivo, história da antropologia , Brasil, gênero, século XX

Resumo

Este artigo apresenta uma reflexão sobre os usos e significados dos arquivos na antropologia, a partir de uma pesquisa centrada no arquivo pessoal da antropóloga brasileira Mariza Corrêa, que desenvolveu estudos sobre história da antropologia e gênero. Partindo de inquietações comuns entre pesquisadoras e pesquisadores que atuam com arquivos, são abordadas tanto questões teóricas relativas à relação da disciplina com esses materiais quanto aspectos práticos vinculados às suas condições materiais e institucionais. Argumenta-se que os arquivos não apenas conservam documentos, mas constituem espaços ativos de interpretação, memória e produção de novos sentidos no campo antropológico.

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Biografia do Autor

Amanda Gonçalves Serafim, Universidade Estadual de Campinas

Doutoranda em Antropologia Social; Mestrado em Antropologia Social
Bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)

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Publicado

2025-07-15

Como Citar

Serafim, A. G. (2025). Arquivos, memória e prática antropológica: uma etnografia dos documentos de Mariza Corrêa. Boletim De Antropologia, 40(70), e0301-e0318. https://doi.org/10.17533/udea.boan.v40n70a3