Didática-artista da tradução: transcriações

Autores

  • Sandra Mara Corazza Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.17533/udea.mut.15378

Palavras-chave:

Didática, Tradução, Arte, Filosofía, Ciência

Resumo

Este texto pensa a Didática, em seus processos de criação, desde a filosofia da diferença, teorias de tradução literária e formulações didáticas contemporâneas. Configura-a como Didática-Artista, operando em um território transdisciplinar, translinguístico, transemiótico, transcultural e transpensamental. Defende que a especificidade do ato didático consiste na tradução transcriadora de elementos originais, criados pela Arte, pela Ciência e pela Filosofia. Conclui que essas traduções tornam-se autônomas e mais relevantes do que os originais, desde que a língua da Didática mostra-se digna de repercutir os impactos filosóficos, artísticos e científicos; enquanto estratégia de renovação dos sistemas educacionais e culturais contemporâneos.

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Biografia do Autor

Sandra Mara Corazza, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professora Associada da Faculdade de Educação da UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Departamento de Ensino e Currículo. Programa de Pós-Graduação em Educação. Professora de Filosofia. Especialmente Filosofia Contemporânea.

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Publicado

2013-05-28

Como Citar

Corazza, S. M. (2013). Didática-artista da tradução: transcriações. Mutatis Mutandis. Revista Latinoamericana De Traducción, 6(1), 185–200. https://doi.org/10.17533/udea.mut.15378