Manipulação ideológica e formal na tradução literária de Pablo Montoya Campuzano
DOI:
https://doi.org/10.17533/udea.ikala.2664Palavras-chave:
avaliação na tradução, normas de qualidade, sistemas de avaliação, testes de acreditação, testes de seleçãoResumo
O presente artigo é uma reflexão sobre a conversa realizada com o tradutor e escritor colombiano Pablo Montoya Campuzano. Nessa conversa, indagou-se por sua formação, suas estratégias de tradução e sua relação com a escrita e a tradução. Para essa reflexão levaram-se em consideração as abordagens de André Lefevere, mormente as relacionadas com a conceição da tradução como um tipo de reescrita. Em qualquer forma em que se reescreva um texto literário (seja desde a mesma eleição, tradução ou edição), existem dois tipos de manipulação, que são a ideológica e a formal. À luz desses conceitos, analisa-se o dito por Pablo Montoya, tendo como pano de fundo sua conceição da tradução como uma possibilidade de formação para a escrita.
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